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Você escreve corretamente?


Como escrever corretamente


A prática é essencial na desenvoltura de tal atividade
O ato de escrever, por si só, nos diz da ação de colocar no papel o conhecimento adquirido a respeito de algum assunto, ou a expressão em palavras do que sentimos, das nossas reflexões.
 Sabemos que para cada situação existe uma convenção de fala e escrita. Contudo, a fala por partir de cada um, por ser algo individual, é mais fácil de ser moldada de acordo com a situação lingüística. Já a escrita, por ser declaradamente social, já que segue normas e até mesmo leis gramaticais, é menos suscetível a mudanças.
A situação lingüística, citada anteriormente, é toda aquela que tem um emissor e um receptor que discursam sobre determinado assunto com um objetivo: uma carta ao amigo, uma declaração política, um bilhete para a mãe, uma palestra, uma conversa no msn com um colega, e assim por diante.
 Contudo, há uma convenção gramatical que deve ser respeitada, por unificar a escrita. Esta unificação é positiva, pois integra e aproxima os países que falam a língua portuguesa.
O ato de escrever corretamente requer da pessoa uma reflexão sobre o tipo de texto e de quem será o receptor da mensagem. O uso geral das normas gramaticais nos textos, como concordâncias nominal e verbal e acentuação são plausíveis de serem observadas por quem escreve, assim como a abordagem do tema e a fuga do mesmo. É importante estar atento ao tema quando se escreve. Uma dica é para cada parágrafo que escrever volte ao assunto discutido e leia se o que está sendo escrito corresponde com a temática proposta. A grafia também é fato muito importante, alguns concursos públicos e até mesmo o vestibular estão descontando pontos nas redações com letra ilegível. Até mesmo os médicos tiveram que modificar a postura gráfica quanto à prescrição de receita de medicamentos. E realmente não há outra forma de escrever corretamente, se não a de treinar a escrita.
Leitura é fundamental para quem quer escrever e se interagir com os diferentes tipos de discurso existentes e, conseqüentemente ampliar o vocabulário lingüístico. Para quem não gosta de ler, ou melhor, não está habituado à leitura, comece lendo revistas, jornais e livros de contos, já que são de leitura rápida e fácil.
 O ato de escrever corretamente, na verdade, é um ato de disposição à escrita e à leitura e ao condicionamento do indivíduo aos novos conhecimentos gramaticais e lingüísticos.
Atenção: Fique atento às mudanças nas normas ortográficas, que passam a vigorar a partir de 2009, contudo, têm prazo de três anos de transição, ou seja, até 2012. Quando entrar em vigor o acento circunflexo cai nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos “crer”, “dar”, “ler”, “ver” e seus decorrentes, e permanecem com a seguinte forma gráfica: “deem”, “creem”. O trema desaparecerá de todas as palavras: “linguiça”, “quinquênio”, etc.. O acento agudo cai nas palavras terminadas em “oia” e “eia”: “joia”, “geleia”. O alfabeto passa a ter 26 letras, com a incorporação do “k”, “w” e “y”.

Por Alunos Online


Comentários de Edna Ribeiro
       "Gosto muito de escrever mas às vezes não sei onde colocar a vírgula, o ponto, ... dizia um aluno de 3ª série, no ano de 2000". Concordo plenamente, pois tenho certeza que neste instante você está analisando meu comentário para verificar se eu utilizei a pontuação correta.
       
    Os nossos pensamentos muitas vezes pode se transformar em belíssimos livros. Para escrever basta começar!  Muitas pessoas se desanimam em escrever porque não sabem usar a concordância nominal e verbal numa frase. Posso dizer, às vezes me perco nas entrelinhas, mas jamais desisto do que eu quero.  
       Admito que por preguiça de pesquisar no dicionário, acabo escrevendo do jeito que eu acho que está certo.
      Eu prefiro acreditar que ninguém nasceu sabendo tudo. Há vários motivos para uma pessoa escrever errado. Cada um tem que descobrir o seu e tentar melhorar cada vez mais.
       Pesquisas mostram que, pessoas que leem muito escreve com menos erros. Mostram também que, no desbravamentos do campo da ortografia, as crianças empregam todos os meios que estiverem ao seu alcance para adquirir conhecimento. O professor deve acompanhar de perto esse processo, segundo Paulo Francisco Slomp, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

    A língua é viva, muda sempre 

       A ortografia é uma invenção mais ou menos recente. Há 300 anos, línguas como o francês e o espanhol não tinham uma ortografia. No caso da nossa língua — o português —, as normas de escrita das palavras, tanto no Brasil como em Portugal, só surgiram no século XX. E vêm sendo reformuladas de tempos em tempos. Até a reforma ortográfica de 1940, escrevíamos "pharmácia", "rhinoceronte", "encyclopédia", "architetura" etc. Em 1971 tivemos uma minirreforma que eliminou os acentos diferenciais ("tôrre" virou "torre") e graves em palavras como "sòmente" e "fàcilmente", de acordo com   http://revistaescola.abril.com.br/.  
       

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