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Como contar histórias para as crianças?

Principles of Story Telling, Barry McWilliams
Traduzido e publicado com autorização do autor.


 
Passe segurança! Não se desculpe ao começar, nem em palavras nem com uma expressão corporal encurvada.

Conte em suas próprias palavras. Deixe a imaginação funcionar - isto é o que cria mágica e não malabarismos da memória.

Se der branco, continue. Não faça caretas, chingue nem desculpe-se. Continue descrevendo detalhes de cores, locais.. isto estimula a imaginação e ajuda a memória. Ou então faça uma pausa, olhando todos nos olhos, como para levantar suspense (não olhe para o chão). Improvise!

Mantenha as histórias até 10 minutos de extensão. Ensaie e cronometre.

A introdução é crucial. Você vai ganhar ou perder nos 3 primeiros minutos dependendo de como você começa.
Você tem que criar sua audiência no grupo de crianças, cada uma com seus próprios pensamentos e focos de atenção, antes que você possa começar a contar uma história para elas. Deve haver, na introdução, o indício de que coisas excitantes irão acontecer, incitando a curiosidade, unindo as crianças em antecipação. Não dê tudo na introdução. Sempre mantenha um certo nível de mistério, antecipação e surpresa durante toda a história.

Nós adultos tendemos a subestimar a capacidade das crianças de imaginar e fantasiar, e assim, muitas vezes fazemos muitos esforços para esplicar ou justificar o cenário, ou explicar tudo com detalhes. Na verdade, o que atrai as crianças é a possibilidade de entender os aspectos implausíveis da história depois; o que é ótimo, você tem a atenção delas e elas ficarão pensando no que você disse.

Para contar histórias você precisa de um pouco de habilidade em vendas, sinceridade (não tente fingir alegria, tristeza, etc.. seja verdadeiro!), entusiasmo (não significa ser barulhento ou articificial), animação (em gestos, voz, expressão facial) e mais importante, ser você mesmo.

Nós queremos que a mensagem chege clara e bem definida. Nosso objetivo é comunicar as verdades da Bíblia de uma maneira pessoal e com uma aplicação clara. Seja qual for a maneira que você conte a história, tenha certeza de ser objetivo! Não assuma que as crianças vão entender. Torne a história o mais real possível. Não conte a história de uma maneira cansada ou mal resumida. Pule dentro da narrativa, com a mesma intensidade que os fatos... escolha UM ponto e conte-o como se fosse a notícia mais interessante do mundo.

Mantenha simples e direto.

Uma vez terminada a história, não fique divagando e corrigindo. Deixe os pensamentos das crianças presos no ponto da história, na mensagem central.

Quanto mais você praticar, melhores ficarão as suas técnicas. Teste diferentes métodos, seja criativo. Você sempre aprende com suas experiências. Não seja extremamente tímido ou preocupado "com o que os outros irão dizer se...". Não tenha medo de ser um palhaço ou fazer papel de bobo para Cristo e para as crianças. Humildade, amor e oração são elementos importantes para contar histórias, juntamente com criatividade e inovação. As crianças pegam muito mais do que a história de você; elas percebem o seu entusiasmo pessoal com a mensagem. Elas precisam ver que você foi tocado pela Palavra. Prepare o seu coração enquanto prepara a história.

Tenha certeza de colocar algum drama, suspense na história. Deve haver uma situação que dirija ao climax e ao final da história. O conflito pode ser introduzido imediatamente ou aos poucos para aumentar o suspense e a intriga. Tente levar os ouvintes a se preocupar junto com os personagens e se envolver com o que acontece.

O professor deve estudar a lição muito bem. Você precisa saber muita coisa para poder ensinar um poquinho.

Crianças aprendem com seus sentidos. Elas adoram sentir, cheirar, tocar, escutar e ver. Descreva personagens e locais vividamente, ajudando-os a solidarizar-se com os personagens.

Numa audiência mista, tente colocar a história ao nível do mais novo.
Características de uma boa história:
Tema único e bem definido; Enredo bem desenvolvido; Estilo: imagens vívidas, sons e ritmo agradáveis; Caracterização; Coerente com a fonte; Apelo dramático; Apropriado e adequado aos ouvintes.

Fonte:
Idéias e Dicas para JE & ED
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Cuidado com os Gestos na sala de aula - Sempre alerta, professores!


Dicas
                            


  • Não fique muito tempo na mesma posição; "o ideal é se movimentar a cada 5 ou 6 minutos para não perder a atenção dos alunos".
  • Aproxime-se dos alunos, assim, eles se sentem importantes, prestam mais atenção e são instigados a participar.
  • Utilize as mãos, elas são importante elemento na comunicação. Braços cruzados demonstram desinteresse e que você está fechado. Mas, não gesticule demais, sob o risco de virar um bobo-alegre...
  • Saiba ouvir! Ouça com atenção e demonstre que você está acompanhando.
  • "Os olhos são os principais responsáveis pela expressão do rosto. Através deles, você conversa com os alunos, percebe um sorriso, uma fisionomia alegre, triste, de dúvida ou de distância". Evite falar enquanto escreve no quadro-negro, olhe diretamente para as crianças, olho no olho e articule bem as palavras.
  • "O sucesso do trabalho depende da coerência entre o pensar, o sentir e o expressar", conclui Marília Marinho, professora de Psicodrama da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Posturas que você deve evitar:


O animal enjaulado
Você fica andando de um lado para o outro? Os alunos contam seus passos, mas o conteúdo da aula...

A muralha
Sentado atrás da mesa, com pilhas de livros à sua frente, sua voz não chega bem aos alunos e você não tem espaço para movimentar-se (expressão corporal).

O italiano
Usa demais os gestos e atrapalha as palavras. Muito emotivo e pouco prático.

O cofre
Braços cruzados, expresão cansada ou crítica, você não se abre para a classe. O distanciamento dificulta a aprendizagem.

O juiz
Não sabe ouvir sem emitir opinião. Os olhos e a boca trancada o denunciam.

O costa
Escreve na lousa e fala ao mesmo tempo. Só você mesmo entende a explicação..
Fonte: Revista Nova Escola. Editora Abril, 2001.
Texto completo em: http://novaescola.abril.com.br/ed/141_abr01/html/cresca.htm
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Sugestões para trabalhar com textos


1.Texto em tiras
a) Selecione um texto curto e escreva-o em tiras de papel pardo -aquele bem barato que se compra em metros. Cada frase ou parte do texto deverá estar escrito em uma tira.
b) Divida a turma em grupos.
c) Distribua uma ou mais tiras para cada elemento do grupo -de forma desordenada- e peça para que o grupo o reconstrua no chão, de preferência no corredor ou pátio da escola. Essa atividade é sócio-interativa e promove a participação de todos na reorganização do texto. Também é uma forma de tirá-los das cadeiras e mudar o ambiente de aprendizagem



2. Horóscopo
Quem não gosta de dar uma espiadinha no seu horóscopo de vez em quando, que atire a primeira pedra.
a) Selecione do jornal os horóscopos de todos os signos. Pode ser um da semana passada, ninguém vai perceber.
b) Pegue o corretivo e, aleatoriamente, dê umas pinceladas nele. Cuide para que haja um apagamento em cada signo.
c) Tire o xerox e dê para cada dupla recompor os textos que foram apagados. Poderá, antes, fazer um aquecimento, perguntando quem acredita em horóscopo, quando costuma lê-lo, se alguma vez já deu certo a previsão feita pelo horoscopista...


3. Anedotas
Selecione algumas piadas de salão e, em duas colunas, divida as piadas ao meio: o início da piada na primeira coluna e na outra - de forma desencontrada- o final das piadas. Os alunos deverão ler e combinar os textos humorísticos.
Sugestão: Convide os alunos a formarem duplas e encenarem as piadas para a turma.


4. Tiras em Quadrinhos
a)Recorte algumas tiras de histórias em quadrinhos.
b) Cole-as em uma folha com as partes desencontradas.
c) Os alunos deverão lê-las e reorganizá-las de forma apropriada.


5. Outra com tiras
a) Recorte novas tiras de histórias em quadrinhos e cole em uma folha, porém na ordem certa.
b) Com o corretivo, apague as falas.
c) Peça que os alunos completem da melhor maneira possível de forma que a história tenha coerência. Esse trabalho poderá ser feito em duplas.


6. Ache a foto da notícia
a) Recorte várias notícias com fotos do jornal. Elimine as legendas.
b) Separe as fotos das notícias.
c) Desafie o grupo a encontrar o par (notícia + foto).


7. A Notícia Completa
a) Recorte várias notícias de jornal que tenham as quatro partes fundamentais: título/manchete, lead, corpo, e foto com legenda.
b)Desmembre as notícias, recortando as partes de cada uma.
c) Embaralhe tudinho e peça ao grupo para reorganizá-las novamente.


8.Texto Quebra-cabeças
a) Recorte alguns textos (tantos quantos forem os grupos com os quais você irá trabalhar). Os textos poderão ser coloridos para motivá-los.
b)Faça marcações de forma desorganizada nos textos (tal qual nos quebra-cabeças) e recorte-os.
c) Ofereça-os aos grupos para que os montem novamente. Você poderá ter em mãos algumas perguntas de interpretação para que o grupo responda, dando conta do entendimento da leitura que fizeram. Também poderá ser feita em forma de gincana: o grupo que primeiro responder corretamente a todas as perguntas será o vencedor.


9. Charges

Ler charges de jornal é uma forma divertida de se manter atualizado.
a)Recorte as charges que encontrar pelos jornais.
b) Distribua-as para os grupos e peça para fazerem a leitura do momento, discutindo o acontecimento que está sendo abordado, além de tentar identificar as pessoas que estão sendo focalizadas.
c) Troque com os outros grupos de forma que todos possam fazer as várias leituras.
d) Compare as diferenças que forem surgindo.

10.Lendo figuras
a) Selecione figuras - pode ser de jornal também- que apresentem uma situação passível de se criar um enredo. Explique que uma boa história deve, necessariamente, ter um conflito, senão não é uma história.
b) Peça para que cada um faça a sua leitura do texto extra-verbal silenciosamente.
c) Solicite que, nesse segundo momento, contem para o colega do lado que leitura fizeram e como resolveram o conflito que imaginaram para aquela figura . É importante que cada um fale; não ligue se gerar tumulto na aula, já que isso "faz parte", como diria o Ban-ban

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Aprender Brincando

        

 
1-O chinelo
Em círculo: no centro, dois participantes de quatro (apoio) e olhos vendados. Colocar em qualquer lugar desconhecido pelos participantes do centro, um chinelo ou tênis. Estes procuram até encontrar e aquele que o fizer primeiro, terá o direito de dar umas chineladas em seu companheiro.

2- Jogo da banana
Vendam-se os olhos de dois voluntários. Cada qual receberá uma banana descascada. Será vencedor, aquele que primeiro conseguir enfiar a banana na boca do adversário.

3- O Limão
Um saquinho de milho é um limão. Sentados em círculo, o professor com o limão na mão, inicia a passagem que deve acompanhar o ritmo do canto. O limão, entrou, na roda. Ele passa de mão em mão. Meu limão. Ele vai, ele vem (bis). Ele ainda não chegou. Ao dizer a última palavra, o participante que estiver com o limão na mão, é eliminado ficando no centro da roda batendo palmas no ritmo musical, e o jogo continua até que haja um vencedor.

4- O pintor cego
Participantes em fileiras, frente a um quadro negro,mãos atrás das costas. O professor colocará nas mãos de cada participante um objeto diferente, dando tempo suficiente para que ele possa identificar. Retirado o objeto da mão do participante, ele terá que desenhá-lo no quadro com a maior exatidão possível e em menor tempo.

5- Acertar a bola
Sentados formando um círculo; no centro, um dos participantes com os olhos fechados, segurando um bastão. Um escolhido de passe da bola atira-a ao solo, fazendo ruído. Caberá ao participante do centro, atirando-se pela queda da bola, localizá-la com o bastão ( que deverá sempre ser movimentado com a ponta junto ao solo). Quando acertá-la, escolherá outro companheiro.

6- Círculo de Giz
O animador desenha um círculo, a giz no chão. Este deverá conter todos os participantes. A seguir apaga-se as luzes da sala, ordenar que todos procurem entrar no círculo. Após, acende-se as luzes, quem se encontrar fora do círculo sai da brincadeira.



7- Concurso de nariz
Sentados em círculo, com os olhos vendados. O animador lhes fará cheirar 10 objetos. Por exemplo: flor, queijo, frutas, pimenta,etc... Será vencedor, aquele que souber identificar o maior número de objetos.

8- O cego e as Palmas
Todos os olhos vendados, menos um. Ao som das palmas, os cegos se orientam e procuram tocar o que bate as palmas. Aquele que o tocar, troca de lugar com ele.

9- O cachorro e o OssoParticipantes em círculo. Um deles sentados e com os olhos vendados no centro, terá perto de si, um objeto que significa o osso. Ao sinal do professor, um participante latirá e tentará indicar a direção em que se acha. Caso acerte, trocará de lugar com quem se aproximou, se errar permanecerá.

10- Quem atirou?
Sentados em círculo, um no centro, com a cabeça baixa. A bola de papel passa de mão em mão. Em determinado momento, um arremessará a bola na cabeça do que está no centro. Este, sem levantar a cabeça, indicará quem atirará quem atirou a bola. Se acertar, troca de lugar com ele, caso contrário permanecerá no local até que acerte.
11- Campeão pelo tatoSentados nas carteiras, escolhe-se cinco participantes que vendarão os 0lhos e irão a frente do grupo. O professor fará passar as mãos dos cinco vendados, três objetos. Os que mais acertarem, irão escolher quem vai substituí-los.

12- Quem está com a bola?
Em círculo, um no centro com os olhos fechados. Ao sinal, aquele que tem a bola, passa-a a seus companheiros; a outro sinal , o que estiver com a bola, esconde-a atrás do corpo. O que está no centro, abre os olhos e procura adivinhar quem tem a bola. Se acertar troca de lugar com quem tinha a bola.

13- Passagem dos saquinhos
Seis saquinhos de milho. Sentados no chão em duas fileiras frente a frente. Na extrema direita de cada fileira, colocam-se os saquinhos empilhados. Ao sinal, a criança que está mais próxima dos saquinhos pega um por um, com a mão direita e entrega aos participantes do lado. Este fará o mesmo passando ao terceiro e assim por diante, até o fim da fileira, retornando ao ponto de origem. Vencerá a equipe que primeiro terminar a tarefa.

14- Cadeiras com Sapatos
Ao sinal, os participantes de olhos vendados, devem engatinhar procurando tênis ou sapatos( que foram espalhados anteriormente), e a medida que são achados. Vão sendo colocados nos pés das cadeiras. Será considerado vencedor quem colocar mais calçados nos pés.

15- Vozes dos animaisEm círculo, cada participante com um bastão. Um no centro de olhos vendados, sem o bastão. Ao sinal todos andam silenciosamente, mudando de posições. Ao novo sinal, param e estendem o bastão à frente, na direção do cego. Este, tateando, pega um bastão estendido e intima o dono a imitar um animal qualquer. Se for reconhecido pela voz, irá para o centro; caso contrário, o cego escolherá outro animal para imitar. Cada um tem direito a repetir 3 vezes.

16- Procurar o porco
O professor trará desenhado em uma cartolina um porco sem rabo. A seguir, um voluntário com os olhos vendados, munido com um recorte de papel em forma de rabo, tenta coloca-lo sem eu devido lugar. Os participantes acompanham a brincadeira com a torcida. Quem conseguir acertar, receberá uma prenda.

17- Cabra Cega
Olhos vedados o Cabra cega deverá pegar um dos participantes. Os participantes terão guizos nos tornozelos para chamar a atenção da cobra. O aluno que for pego será a cobra.

18- Quebrar o poteUm participante observa onde está o pote e a seguir os seus olhos serão vendados. Com um bastão na mão, tenta quebrar o pote. Antes de iniciar, o animador fará o participante girar duas vezes sobre si. Terá três tentativas, caso não acerte o pote, prossegue a brincadeira com o outro participante.

19- Mãos de Cego
Em círculo com um participante no centro com os olhos vendados. Cantando os participantes se movimentam de um lado para o outro, ao passarem, a cega tocará em um participante, este terá que imitar um animal, para que o cego reconheça. Reconhecendo, o participante irá para o centro.

20- Guarda a porteira (bola rolada).Sentados em círculo,mantendo a distância de um braço entre si. Um com a bola na mão, rolando vagarosamente a bola procurando fazê-la no espaço existente entre dois participantes da roda, a porteira. Estas tentam impedir, defendendo a sua direita. Quem deixar a bola passar perde um ponto, devendo recuperá-la e voltar ao seu lugar, pondo-a novamente em jogo. A vitória será de quem tiver menos pontos perdidos.

21- De que é?
Dispor sobre a mesa vários objetos de matérias diferentes (madeira, ferro, vidro, porcelana). Cobri-los com um tecido. Os participantes formam um círculo em volta da mesa, com lápis e papel na mão. A professora irá bater nesses materiais com uma régua. Os participantes deverão adivinhar quais são os tipos de objetos e escrevê-los no papel. Vence aquele que acertar mais.

22- A mensagem telefônica
Duas equipes. A professora fará uma mensagem no ouvido do primeiro participante de cada coluna. A mensagem é transmitida de ouvido a ouvido. O último participante de cada equipe dará publicamente a mensagem recebida. Vence a equipe que conseguiu chegar ao fim sem distorcer a mensagem.
Variação do jogo: Cada participante de cada coluna vai até a professora para receber sua mensagem e então volta para dizê-lo ao próximo, e assim, sucessivamente até o último da coluna que deverá escrever a mensagem. Será vencedora a equipe que entregar primeiro a sua mensagem.

23- O detetive de ouvido apurado.
Dispor em uma sala diferentes objetos sonoros como guizos, panelas, vidros, caneca, caixa metálica, pandeiros, caixa de madeira, etc..., de tal maneira que façam circuito. Os participantes permanecem na sala ao lado e prestam atenção. São os detetives. O animador fará o papel de um gatuno que se desloca na sala, seguindo um determinado itinerário; ao passar deverá bater nos objetos, nunca repetindo os sons. Os detetives entram depois na sala, repetindo os sons que ouviram. Vence o jogador que repetir o maior itinerário.

24- Escondido cantandoOs participantes sentados, um participante destacado, inicia o jogo escondendo um objeto que o participante procurará encontrá-lo guiado pelo centro dos participantes que entoarão mais alto ou mais baixo uma melodia a medida em que ele se aproxima ou afasta-se do local onde se encontra o objeto. O vitorioso será substituído. Essa é uma variação do jogo que tem pelo nome está quente ou frio.

25- Calçar a cadeiraDois participantes com os olhos vendados, no centro de um círculo, procurarão calçar duas cadeiras com sapatos ou copos de papel que estão dentro do círculo.
Será vencedor, aquele que conseguir primeiro calçar os quatros pés de sua cadeira.

26- Onde está o relógio?
Os participantes, de apoio no chão (de quatro), olhos fechados, o professor coloca um relógio de corda no chão. Ao sinal dado, todos deslocam-se com o ouvido junto ao chão, para localizar o relógio, apenas pelo tic-tac, com o cuidado de não tocá-lo. Vence o primeiro que localizar o relógio.

27- O cego
Em círculo, um participante no centro, colocam-se seis a oito garrafas vazias, os participantes fará experiência antes de vendar seus olhos. Vendados os olhos, o voluntário executa a tarefa. Vencerá aquele que conseguir ultrapassar o percurso com o menor número de erros.

28- Estou vendo uma coisa
A vontade, ou sentados em círculo, o professor escolhe um objeto que esteja presente e diz: “estou vendo uma coisa vermelha”, cada participante deverá adivinhar qual objeto que tem a cor designada e a que conseguir, dirá o nome ao professor. Vencerá o primeiro que descobrir o que é.

29- Descobrir quem é
Um círculo grande com todos os participantes. Um deles, olhos vendados, vai passando dentro do círculo até encontrar um participante. Examina-o detalhadamente, tentando descobrir quem é. Ao descobrir, será retirada a venda e trocará de lugar com ele.

30- Tire igual a este
Sentados em seus lugares, cada participante segura um objeto diferente nas mãos. Um participante de olhos vendados coloca-se a frente dos demais. Dá-se um objeto ao participante de olhos vendados para que ele o segure por alguns instantes a fim de identificá-lo. Coloca-se este entre os demais. Retira a venda dos olhos e manda-se que ela retire o objeto que segurou nas mãos.
Variação da brincadeira (pode-se utilizar frutas no lugar dos objetos e no final da brincadeira, reparti-las e comê-las, aproveitando para trabalhar as frações e ou as cores e texturas, dependendo do grupo).
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O que fazer quando o seu filho tem dificuldade de concentração

O que fazer quando o seu filho tem dificuldade de concentração
A falta de concentração infantil pode ser diagnosticada como hiperatividade, ou seja, é uma patologia em que a criança apresenta falta de concentração em fazer coisas comuns como assistir TV, fazer os deveres da escola e outras coisas, a criança também costuma ter um movimento continuo e superior ao esperado para sua idade e também costuma apresentar impulsividade. Mais de 5% da população infanto juvenil de 3 a 16 anos de idade sofre com esse problema. Mas, na maioria dos casos a ajuda dos pais já é suficiente para acalmar os pequenos, veja algumas dicas de como o fazer.
Primeiramente a conversa é fundamental para qualquer problema, é de extrema importância ouvir o eu seu filho tem a dizer, conhecer os seus gostos e assim saberá o que de fato está o deixando inquieto. Pois, a atenção é fundamental para com as crianças.
Já se a professora do colégio fizer reclamações do seu filho, nunca o rebaixe perante as outras crianças. Ouça o que a professora tem a dizer e resolva o problema em casa, com muita conversa e mostrando a ele os seus limites.
Levar a criança para se exercitar também é uma boa, pois quando ela fica só em casa tende a acumular cada vez mais energia. Por isso, tente descobrir um esporte ou um jogo que o seu filho goste, pois sabemos que cada um desses possui suas regras, isso auxiliará a criança a ficar mais atenta e ainda gastará boa parte de suas energias.
Se a criança não consegue ficar por muito tempo assistindo TV, tente reservar um tempo para sentar junto com ele e assistir seus programas e desenhos preferidos. Pois, muitas vezes ele só está querendo um pouco de sua atenção, aí é um bom motivo para você ter um descanso e aproveitar para dar um pouco de atenção ao filho.
Todas essas são dicas para acalmar os ânimos dos seus filhos de maneira simples, mas que faz muita diferença. Mas, se mesmo com essa ajuda em casa a criança continuar agitada excessivamente é adequado que se procure a ajuda de um especialista, assim ele indicará o tratamento correto para que a criança não sofra problemas futuros.
http://www.guiadicasgratis.com/o-que-fazer-quando-o-seu-filho-tem-dificuldade-de-concentracao/
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15 de novembro no Brasil

15 de novembro Brasil
Data do dia 15 de novembro de 1889, momento e dia histórico para o Brasil, isso por que neste mesmo dia, foi concebido e proclamado, o bordão tão famoso de hoje, “Proclamação da República”, porém devido a um povo brasileiro pobre de cultura, poucos sabem o que verdadeiramente é e foi a proclamação da republica.
Pois então, como se diz na antiga história brasileira, há muito tempo atrás, mais precisamente na década de 1880, o país, o Brasil, vivia uma politicagem em forma autoritária em ritmo de monarquia, porém o sistema vinha desgostoso, tanto que por interesses ideológicos, se deu a queda da monarquia, e assim surgiu para o Brasil a forma de governo, republica.
Para se entender o tamanho da importância, dessa mudança favorável para o povo brasileiro, sub-entendia-se como monarquia, uma forma de governo, onde o pai passava o cargo pro filho, que passava para seu próximo filho, enfim o povo não tinha direito a eleger seu comandante, porém com a forma de governo republica, os fatores mudaram-se, tanto que hoje o povo elege, vota, critica, os governantes como bem quer e entendem.
Portanto se no dia 15, data que se aproxima, alguém lhe perguntar o que foi e o que é, proclamação da republica, explique-o que foi uma mudança ocorrida na história brasileira. Pois então povo brasileiro, quando o dia chegar, curta o, pois além de ser um feriado, a data comemora-se um dia especial e muito importante na história brasileira.

http://www.blogbrasil.com.br/15-de-novembro-no-brasil/
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O que são atividades de leitura e atividades de escrita?


No processo de alfabetização, as atividades de leitura são aquelas em que a criança é desafiada a pensar sobre o valor sonoro do código alfabético para realizar a leitura.
Ela precisa de estratégias para localizar palavras, frases, letras etc. Isto se torna mais fácil quando o texto é conhecido, como o caso das parlendas, poemas, cantigas etc. Nestes textos, a criança precisa relacionar o que sabe que está escrito com o que realmente está escrito. Ela precisa fazer ajustes na leitura, pensando onde começa e onde termina o que está lendo. Aos poucos, com os conhecimentos que vai adquirindo, a criança tece estratégias para realizar a leitura. Por exemplo, numa lista, ela pode apontar um determinado nome porque conhece o valor sonoro da letra inicial. Neste momento, é possível oferecer a criança atividades como cruzadinha em que haja um banco de palavras ou atividades em que ela precise localizar um determinado nome. Por exemplo: para a figura de um morango, escreva duas palavras: morango e tomate. Se a criança atribui valor sonoro a letra inicial ou final, vai realizar a atividade sem problemas.
O uso do texto memorizado é um importante recurso na alfabetização. Com ele a criança sente que pode ler, ainda que não convencionalmente. Após recitá-lo ou cantá-lo várias vezes, o professor pode pedir às crianças que leiam, acompanhando o texto da lousa ou do cartaz. Neste momento, a criança exercita o ajuste da leitura, que precisa terminar junto com a fala.

Nas atividades de escrita, a criança é levada a utilizar todos os conhecimentos que já adquiriu sobre a questão, como por exemplos: a posição das letras, o código alfabético, as quantidades de letras necessárias etc. Este trabalho geralmente pode ser feito em duplas, nas quais os saberes sejam diferentes, ou individualmente, dependendo do objetivo do professor.
Para a escrita, o professor precisa entender a fase de escrita em que a criança se encontra para que possa fazer intervenções a fim de que ela avance em sua fase. A produção escrita da criança deve ser realizada desde o início da alfabetização, mesmo se ela não é alfabética. Pode-se escrever listas, parlendas, poemas, canções, histórias etc.
Achar que a escrita do aluno não-alfabético está errada e que ele não sabe nada, é desrespeitar o momento do processo de construção da escrita pela criança.

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Revisão dos textos pelos alunos



Para preparar a atividade, revise o texto de cada dupla para marcar as seguintes questões:
-Palavras que contiverem erros de ortografia;
-Questões relacionadas à separação entre palavras;
-Nas questões relacionadas à linguagem, marque o parágrafo todo e escreva pequenos bilhetes sugerindo alterações.

Conte para os alunos que você revisou os textos escritos por eles e marcou o que encontrou de errado. Distribua os textos e explique suas anotações. Diga que sempre há algum erro nas palavras que você sublinhou, e cada dupla precisa pensar bem e discutir entre si, para descobrir a escrita correta – se for preciso, podem consultar o dicionário para ter certeza. Explique que quando os erros são na forma de separar as palavras você escreveu um número em
cima, para indicar quantas palavras existem naquele trecho.
À medida que as duplas forem terminando, oriente para que releiam todo o texto. Faça em seguida uma nova leitura junto com as crianças e, se já tiverem corrigido tudo, proponha que ajudem outras duplas.

Uso do rascunho e passando a limpo o texto

Entender a importância da apresentação do texto – a diagramação, a limpeza, o traçado e a legibilidade das letras – na comunicação com o leitor.
Oriente os alunos para que passem a limpo o texto já revisado.
À medida que as duplas forem terminando, sugira que façam mais uma leitura; a seguir, leia o texto juntamente com as crianças.

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Como trabalhar com textos?



Pode-se trabalhar com modelos de textos?

Todos nós sabemos que as grandes mudanças de um ou outro aspecto do conhecimento parte justamente do modelo. É a partir do modelo, de seu conhecimento e domínio que surge a possibilidade de se re-inventar outro.

Para uma mesma estrutura de texto, por exemplo, uma carta, existe vários modelos e assim, podemos oferecer aos alunos a possibilidade de estabelecerem comparações, identificando semelhanças e diferenças e o que tem ou não em comum, sendo então possível fazer generalizações sobre cada estrutura textual.

Assim, fica claro que não falando em “modelos” no sentido de impedir e limitar a criação, mas sim, na função e na forma de como utilizar os modelos que cumprem um papel importante no processo de aprendizagem. No papel do modelo enquanto identificação de estruturas características à ampla variedade de tipologias textuais. No reconhecimento de que os modelos nos conferem a possibilidade de transgredir em direção à novas criações e re-invenções.

Como trabalhar com diversos tipos de textos?
Ao longo de toda a escolaridade, é importante interagir com uma ampla variedade de textos, principalmente literários.

Os alunos estão desenvolvendo inúmeras competências e dentre elas, algumas adquirem um papel prioritário, tais como:
- utilização de diferentes linguagens como meio de expressão e comunicação de suas idéias, interpretando e usufruindo as produções do patrimônio cultural;
- utilização da Língua Portuguesa para compreender e produzir registros escritos ou orais, em diferentes contextos, atendendo às diferentes intenções e situações de comunicação;


Se, na escola, o aluno deve aprender a utilizar linguagens variadas em distintos contextos, é preciso desenvolver um intenso trabalho com diferentes tipos de texto, tanto para a compreensão como para a produção.

Quais textos são mais adequados às faixas etárias?
Nas situações em que o professor faz a leitura, praticamente todo texto é adequado, pois o professor atua como mediador entre o texto e os alunos. Mas se o texto se destinar à leitura feita pelos próprios alunos, é preciso considerar a capacidade deles de compreendê-lo de forma autônoma, condição para qualquer pessoa se dispor a ler um texto inteiro.

Se a situação for de produção de texto, então as possibilidades se restringem um pouco mais, pois não se pode produzir bem textos com os quais não se tenha familiaridade. Isto requer a coordenação de procedimentos complexos relacionados tanto com o planejamento do que se pretende expressar quanto com a própria escrita.


Como organizar o trabalho sistemático com texto em cada ciclo/série?Garantir a diversidade de textos não significa propor aos alunos que desenvolvam todos os tipos de atividade com todos os tipos de texto. É preciso ter critérios de seleção, considerando, por exemplo:
- a complexidade do gênero;
- o nível de dificuldade da atividade em relação ao gênero;
- a familiaridade dos alunos com o gênero;
- a adequação do conteúdo do texto à faixa etária;
- a importância do gênero em função de determinados projetos de trabalho.




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Pensadores - EDUCAÇÃO

http://pedagogia4191.wordpress.com/pensadores/
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Descritores da Prova Brasil 2011

http://revistaescola.abril.com.br/prova-brasil/