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O coordenador pedagógico e as novas tecnologias


 Problemática Inicial

Qual o papel do coordenador pedagógico frente às novas tecnologias na escola?

Há muito tempo temos visto e ouvido falar no impacto das novas tecnologias sobre a sociedade em que vivemos. Mas é preciso ficar claro que essas novas tecnologias nos proporcionam avanços positivos em nossas vidas, e não só apenas na hora de conseguir um bom emprego, mas também para sabermos usufruir novas maneiras do modo de existir,
As pessoas precisam estar habilitadas a utilizar terminais bancários, seus aparelhos domésticos, manipular computadores e muitas outras tecnologias que estão surgindo a cada dia.
Não faz muito tempo que as escolas aderiram a “era das tecnologias” em sua rotina, podemos notar que elas foram bem resistentes as influências tecnológicas. Só se foi dado o avanço da informática por se sentirem ameaçadas diante de tal realidade.
A entrada das novas tecnologias nas escolas deve ser encarada como uma mudança das antigas teorias, uma nova visão de mundo, e essa nova forma de pensar e agir deve partir dos educadores.


Certezas provisórias:
A educação continuada é um direito dos profissionais da educação e deve ser assegurado a todos pelo sistema de ensino. É imprescindível que o professor leia, reflita, converse e troque conhecimentos para que amplie sua visão sobre como trabalhar de forma qualificada as novas tecnologias em sala de aula.
A escola não consegue acompanhar as mudanças que estão surgindo na sociedade em relação às novas tecnologias, o coordenador como um gestor vivencia essas mudanças e influencia o exercício de sua função na escola. Seu trabalho é atingido pelas políticas que tratam da educação quando é cobrado dele o bom andamento da escola.
A formação continuada envolve relações com os saberes dos educadores, tanto dos que ele já adquiriu ao longo de suas aprendizagens quanto os que ele ainda pode adquirir, e ao participar de cursos, seminários ou qualquer outro evento que venha a lhe contribuir para sua qualificação irá deparar-se com novas propostas, levando-o a defrontar com novas idéias, o que é muito útil no campo das tecnologias.

Neste contexto afirmo que as certezas provisórias foram confirmadas pois sabemos que é papel do coordenador pedagógico a função de contribuir para uma formação continuada que ajude os professores a trabalhar de forma qualificada as novas tecnologias em sala de aula. E para que o coordenador possa cumprir essa tarefa de mediador contribuindo nesse processo de formação é preciso que ele se prepare adequadamente para isso, lendo, pesquisando, refletindo junto com seu corpo docente materiais sobre essa temática.
O coordenador deve ter muita afinidade com os softwares mais conhecidos como Word, que servirá para produzir textos, o Excel, que pode ser usado para dados de pesquisa e com a matemática em geral, o Power Point, que serve para realizar apresentações de seminários, além é claro de conhecer e saber manipular a internet que hoje em dia é a maior rede de informações do mundo. Esses conhecimentos devem ser compartilhados com os professores para que esses possam usufruir com seus alunos.
O desafio do coordenador pedagógico então é orientar, educar e ajudar professores e alunos a entender a linguagem dos novos tempos, é ser capaz de agir criticamente, e compreender a diversidade cultural nesta sociedade em constante crescimento tecnológico.

Dúvidas Temporárias:
Os profissionais estão qualificados para atender as novas exigências que a sociedade vem impondo frente a essa nova era digital que está surgindo? Levando em conta as exigências das novas tecnologias na escola e as concepções educativas que integram o educar nas propostas pedagógicas de educação nos indagamos sobre quais as conseqüências na formação do professor que está lidando com tecnologias no seu trabalho em sala de aula. Basta a formação inicial? O coordenador pedagógico está preocupado em dar suporte para sal equipe, através de formações, apoio, reuniões ou outros meios para que o educador esteja mais preparado para trabalhar com a tecnologia?

Quanto as dúvidas temporárias constatei que a maioria dos profissionais de educação não estão ainda totalmente preparados para lidar com as novas tecnologias, segundo pesquisas realizadas, o coordenador pedagógico até incentiva e abre oportunidades de formações para os professores, mas os mesmos muitas vezes não tem vontade de participar por inúmeros motivos, ou por falta de tempo, falta de vontade, locomoção, etc.
Com isso muitos ainda sentem-se intimidados e despreparados para tal situação. Acredito que as respostas para essas dúvidas não foram totalmente respondidas pois o campo dessa pesquisa é imenso, e uma das soluções razoável para essas inquietações é a iniciativa das instituições em promover as formações e bastante auto investimento, dedicação. Muitos professores terão a oportunidade de participarem de cursos de extensão, ou fazer pós-graduação no assunto, mas infelizmente muitos terão que depender de cursos promovidos pelos órgãos públicos. Ma o importante é que de alguma forma ou de outra estes profissionais invistam em sua formação, pois os alunos aprendem a lidar muito fácil com as novas tecnologias, e muitos até tendem a ensinar seu professor de como trabalhar com ela. Já é constatado que não basta para o professor sua formação inicial, e é papel do coordenador pedagógico de sua escola que o oriente e colabore para que seus alunos e professores entendam as linguagens do novo tempo, sendo capaz de aprender e considerar as diversidades culturais que a tecnologia vem desafiando
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O MÉTODO PAULO FREIRE



Paulo Freire criou um método de alfabetização de adultos revolucionário, pois o educador Paulo sempre obteve excelentes resultados, conseguindo alfabetizar a maioria de seus alunos.
Seu método vai além da simples alfabetização. Propõe e estimula a inserção do adulto iletrado no seu contexto social e político, na sua realidade, promovendo o despertar para a cidadania plena e transformação social. É a leitura da palavra, proporcionando a leitura do mundo.
O método de alfabetização de Paulo Freire é resultado de muitos anos de trabalho e reflexões de Freire no campo da educação, sobretudo na de adultos em regiões proletárias, urbanas e rurais, de Pernambuco. No processo de aprendizado, o alfabetizando é estimulado a articular sílabas, formando palavras, extraídas da sua realidade, do seu cotidiano e das suas vivências. Nesse sentido, vai além das normas metodológicas e lingüísticas, na medida em que propõe aos homens e mulheres “alfabetizandos” que se apropriem da escrita e da palavra para se politizarem, tendo uma visão de totalidade da linguagem e do mundo. O método Paulo Freire estimula a alfabetização/educação dos adultos mediante a discussão de suas experiências de vida entre si, os participantes da mesma experiência, através de tema gerador da realidade dos alunos, que é decodificada para a aquisição da palavra escrita e da compreensão do mundo.
Em seu livro Educação como Prática da Liberdade, Freire propõe a execução prática do Método em cinco fases, a saber:
1ª fase: Levantamento do universo vocabular dos grupos com quem se trabalhará. Essa fase se constitui num importante momento de pesquisa e conhecimento do grupo, aproximando educador e educando numa relação mais informal e, portanto mais carregada de sentimentos e emoções. É igualmente importante a anotação das palavras da linguagem dos componentes do grupo, dos seus falares típicos.

2ª fase: Escolha das palavras selecionadas do universo vocabular pesquisado. Esta escolha deverá ser feita sob os critérios:
a) da sua riqueza fonética;
b) das dificuldades fonéticas, numa seqüência gradativa das menores para as maiores dificuldades;
c) do teor pragmático da palavra, ou seja, na pluralidade de engajamento da palavra numa dada realidade social, cultural, política etc.

3ª fase: Criação de situações existenciais típicas do grupo com quem se vai trabalhar. São situações desafiadoras, codificadas e carregadas dos elementos que serão decodificados pelo grupo com a mediação do educador. São situações locais que, discutidas, abrem perspectivas para a análise de problemas locais, regionais e nacionais.
4ª fase: Elaboração de fichas-roteiro que auxiliem os coordenadores de debate no seu trabalho. São fichas que deverão servir como subsídios, mas sem uma prescrição rígida para seguir.

5ª fase: Elaboração de fichas para a decomposição das famílias fonéticas correspondentes aos vocábulos geradores. Esse material poderá ser confeccionado na forma de slides, stripp-filmes (fotograma) ou cartazes.
É um método simples, mas revolucionário, pois dá palavras ao mundo para muitos, permitindo indivíduos se tornarem cidadãos plenos, letrados e alfabetizados politicamente.
Educar é um ato de transformar, pois o conhecimento só é útil quando nos torna melhores.
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O Papel do Coordenador Pedagógico.

 
 
 
Dentro das escolas, existe a figura do Professor Coordenador, um personagem peculiar. Este profissional exerce, em seu cotidiano, uma série de funções. Penso, que uma das principais atribuições do Professor Coordenador Pedagógico é ser o Elo entre o corpo docente e a direção escolar.
É este profissional quem ajuda na gestão escolar e na elaboração da proposta pedagógica da escola. Orienta alunos, pais e professores, além de responder pela formação crítica dos professores. Deve ainda auxiliar a resolver problemas de disciplina dos estudantes. Por tudo isso, o coordenador pedagógico só vai desempenhar bem seu ofício se for um líder e tiver apoio da direção em suas ações e reivindicações, como infra-estrutura de trabalho e tempo de estudo para ele e para todos os professores.
Neste complexo emaranhado de atribuições e burocracias, fica difícil estabelecer um perfil para os coordenadores. O que pode-se afirmar é que devem estar sempre se atualizando, e buscando melhorias coletivas dentro da escola.
O que me pergunto sobre a função de coordenador pedagógico é o porque este profissional muitas vezes é visto com desconfiança? Sendo ele fundamental dentro das Unidades Escolares!
Porque sua função muitas vezes é desvalorizada?
E, porque este profissional fica perdido no cotidiano da maioria das escolas?
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OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO



TEXTO SÍNTESE "OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO"
(Edgar Morin)



AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO: O ERRO E A ILUSÃO


Segundo Morin, a educação, de um modo geral, ainda está pautada no modelo de transmissão de conhecimentos que pressupõe a infalibilidade desses conhecimentos. Ele observa que, apesar de sua fundamental importância, nunca se ensina o que é, na verdade, o conhecimento. Sob essa ótica o erro é pouco aceito e se torna uma espécie de ameaça à estabilidade dos conceitos. No entanto, sabemos que todo o conhecimento é colocado em xeque pela construção diária do saber.
Nós, seres racionais, vivemos construindo, reconstruindo e desconstruindo o conhecimento. Modificamo-nos através dele, principalmente por nos utilizarmos do afeto como forma de expressão que se vincula ao saber. A certeza de ontem, pode ser a dúvida de hoje. O que configura o "erro" como um processo de aprendizado.
A ilusão sobre o conhecimento também é apontada pelo autor quando ele pressupõe que o conhecimento e seus mecanismos humanos são propostos para "enfrentar os riscos permanentes do erro e da ilusão" os quais "parasitam" a mente humana. Subestimar o problema do erro e da ilusão constitui-se em um maior erro e na maior ilusão.
Diante disso, não podemos ficar à margem do receio, que se revela ameaçado pelo erro e pela ilusão. O conhecimento “é o fruto de uma tradução/reconstrução por meio da linguagem e do pensamento e, por conseguinte, está sujeito ao erro”.


1. O calcanhar de Aquiles do conhecimento: O autor, a partir dessa metáfora, expõe as fragilidades dos processos através dos quais se faz a construção do conhecimento humano que é em todo o tempo ameaçado pelo erro e pela ilusão: os ruídos, ou seja, quaisquer eventos que possam prejudicar a transmissão da informação, seja qual for o canal utilizado para que seja transmitida; som e imagem; a tradução que cada um faz individualmente dos estímulos que recebe; a transmissão através da fala, que é uma representação de um fato e não o fato em si, e, por fim, a questão da afetividade, que pode interferir no processo de apreensão do conhecimento, seja de uma forma positiva ou negativa, "estimulando-o" ou "asfixiando-o", respectivamente. Dessa maneira, a educação deve-se dedicar à identificação da origem de erros, ilusões e cegueiras.


1.1 Os erros mentais: São considerados erros mentais, a presença do "eu", do indivíduo na formação da concepção do mundo exterior. Cada mente tem suas particularidades e dispositivos para a seleção que servem para o indivíduo formar a sua realidade, a partir das informações selecionadas, criando verdades particulares, selecionando as lembranças, de acordo com a narrativa de vida que pretende criar.
Essas variantes decorrem da dificuldade de diferenciar de forma precisa, o real do imaginário, a prevalência do mundo interior em detrimento do exterior, o mecanismo de "self deception", que cria uma realidade paralela como forma de autojustificativa e a memória que apresenta um processo de seleção ou criação de fatos. Aliás, a mente preserva recordações e, até mesmo pseudo-lembranças, de acordo com a sua conveniência, posto que isso promove o erro e as ilusões, os quais criam o caos sobre as reais verdades.


1.2 Os erros intelectuais: Os erros intelectuais são aqueles que estão relacionados à organização das idéias. O indivíduo resiste às idéias que façam oposição ao seu corpus ideológico. Inconscientemente seleciona lembranças que lhe convém.
1.3 Os erros da razão: Segundo o autor, "A racionalidade é a melhor proteção contra o erro e a ilusão". Há dois tipos de racionalidade; a construtiva, que deve estar aberta ao que questiona, e a crítica, esta deve ser centrada em observar criticamente os erros e ilusões das crenças, doutrinas e teorias.


Dentro da racionalidade, pode haver também o espaço do erro e da ilusão, quando se "perverte" em racionalização, que é fechada em si própria, por se supor incontestável. A racionalidade é aberta e flexível.


1.4 As cegueiras paradigmáticas: Um paradigma pode ser estabelecido através de um "conceito mestre de inteligibilidade", ou seja, a idéia a partir da qual todas as "operações lógicas-mestras" se articulam na formação do paradigma. Essas operações funcionam como mecanismos de: exclusão-inclusão, disjunção-conjunção, implicação-negação.
Pode-se entender que um indivíduo, ao estabelecer contato com o mundo, o faz através dos paradigmas já internalizados. Um paradigma pode tanto "elucidar", instigar a busca por experimentações, a práticas, quanto "cegar", isto é, não deixar o indivíduo ver além de tal paradigma. Muitos desses paradigmas nos permitem ter uma visão dupla de mundo, um conhecimento fragmentado, separando mente do corpo, o que privilegia o pensamento racional, o conhecimento científico, em detrimento de outros não menos importantes, como o pensamento intuitivo.


2. O imprinting e a normalização: A obediência incontestável aos paradigmas pode promover uma acomodação que anula todo o poder de contestação, de forma que as pessoas deixem de exercer o direito de contestar e até a habilidade e fazê-lo. A esse processo, Morin chama de "conformismo cognitivo", que é pior que o conformismo. O termo "imprinting cultural", criado por Konrad Lorenz, explica como esse tipo de conformismo pernicioso ganha raízes nos indivíduos, impossibilitando-os de reagir diante dos fatos contra os quais deveriam reagir. Essa impossibilidade gerada culturalmente é a normalização, ou seja, a aceitação inconteste das situações. Nesta situação cabe ao homem seguir a verdade, fugindo do conformismo, incansavelmente.


3. A noologia: possessão: Noologia é o estudo da esfera das coisas do espírito. Segundo Morin, o homem, desde os primórdios tem sido dominado pelos mitos ligados a deuses e seres espirituais. A noosfera, um produto da junção alma-mente, é vinculada ao ser humano. A esse universo está ligado o mundo das idéias, que podem tornar-se consistentes e reais.
Usando as palavras de Morin "As sociedades domesticam os indivíduos por meio de mitos e idéias, mas os indivíduos poderiam, reciprocamente, domesticar as idéias, ao mesmo tempo em que poderiam controlar a sociedade que os controla." Esse excerto é um convite à racionalidade, à análise dos mecanismos de controle social e humano, que pode conferir ao ser humano uma posição mais ativa perante a sociedade, descartando conceitos infundados e não se tornando escravos das idéias, mas interagindo criticamente em relação a elas.É necessário segundo o autor que as idéias sejam domesticadas e relativizadas, para que tenhamos a idealidade e não o idealismo.


4. O inesperado: O fator inesperado é uma constante na vida do homem, mas devido ao apego que temos em relação às nossas crenças e idéias nos torna incapazes de lidar com situações diferentes, que nos desestruturam, justamente por termos paradigmas inflexíveis que não se moldam, mas se quebram. Sair da rotina é motivo de pânico, visto que o novo é sempre a causa de medos e tormentos na sociedade. Por isso devesse também colocar a educação a favor do conhecimento, levando o indivíduo ao questionar-se constante, ao duvidar buscando respostas, e respostas que não sejam produzidas pelo outro, pelos valores e "verdades" em que acredita. Assim podemos rever as novas idéias e teorias não lhes destinando um lugar dentro das já conhecidas e aceitas.


5. A incerteza do conhecimento: Levando em conta as variantes da condição humana, de origem "bioantropológicas", "socioculturais" e "noológicas", devemos buscar um ponto de encontro entre idéias e mito, de modo a "civilizar nossas teorias", tornando-as mais "abertas, racionais, críticas, reflexivas, autocríticas, aptas a se auto-reformar". Morin lembra que em nome de erros e ilusões ocorreram as grandes tragédias humanas, em especial no século XX. Finaliza conclamando a se buscar uma "educação (que) consiga armar cada um para o combate vital em direção à lucidez!".


Esse é o olhar da diversidade, que procura perceber as razões e motivos dos que pensam e agem de maneira diferente. Temos que nos conscientizar dessa trajetória para que erros e ilusões sejam amenizados e melhor compreendidos para que as próximas gerações saibam se colocar diante de sua formação. E, além disso, para que o planeta não fique submisso a uma ideologia incontestável, isto é, para que não continuemos sendo títeres do erro e da ilusão. Segundo o autor isto só se torna possível, quando por meio da educação damos espaços as incertezas, pois estas são capazes de nos levar a abandonarmos as idéias simplistas e buscarmos novos pontos de vistas, mais complexos.
Texto elaborado por alunos de Pedagogia UAB- UFSCar para a disciplina CEDSI - Pe
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Dicas de Coordenação Pedagógica


O Papel E Atribuições Do Coordenador Pedagógico Dentro Da Escola

Dentro das inúmeras mudanças que ocorrem na sociedade atual, de ordem econômica, política,social, ideológica, a escola, como instituição de ensino e de práticas pedagógicas, enfrenta muitos desafios que comprometem a sua ação frente às exigências que surgem. Assim, os profissionais, que nela trabalham, precisam estar conscientes de que os alunos devem ter uma formação cada vez mais ampla, promovendo o desenvolvimento das capacidades desses sujeitos.
Para tanto, torna-se necessária à presença de um coordenador pedagógico, consciente do seu papel, da importância de sua formação continuada e da equipe docente, além de manter a parceria entre pais, alunos, professores e direção.
Cabe ao coordenador Segundo Clementi, "acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas  ações e também é importante que compreenda as reais relações dessa posição."
Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.
Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo para qualificação continuada desses sujeitos. Conseqüentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.
Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.
As relações interpessoais permeiam a prática do coordenador que precisa articular as instâncias escola e família sabendo ouvir, olhar e falar a todos que buscam a sua atenção.
Na formação docente, "é muito importante prestar atenção no outro, em seus saberes, dificuldades", sabendo reconhecer e conhecer essas necessidades propiciando subsídios necessários à atuação. Assim, a relação entre professor e coordenador, à medida que se estreita e ambos crescem em sentido prático e teórico, concebe a confiança, o respeito entre a equipe e favorece a constituição como pessoas.
Na parceria escola X família, esse profissional é requerido para estreitar esses laços e mantê-los em prol da formação efetiva dos educandos à medida que cada instância assuma seu papel social diante desse ato indispensável e intransponível.
É neste processo que os homens produzem conhecimentos, sejam os mais singelos, sejam os mais sofisticados, sejam aqueles que resolvem um problema cotidiano, sejam os que criam teorias explicativas."
Assim, é  papel do coordenador favorecer a construção de um ambiente democrático e participativo, onde se incentive a produção do conhecimento por parte da comunidade escolar, promovendo mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.
Apesar das inúmeras responsabilidades desse profissional já descritas e analisadas aqui, o coordenador pedagógico enfrenta outros conflitos no espaço escolar, tais como tarefas de ordem burocrática, disciplinar, organizacional.
Assumir esse cargo é sinônimo de enfrentamentos e atendimentos diários a pais, funcionários, professores, além da responsabilidade de incentivo a promoção do projeto pedagógico, necessidade de manter a própria formação, independente da instituição e de cursos específicos, correndo o perigo de cair no desânimo e comodismo... e fatores de ordem pessoal que podem interferir em sua prática.
Muitas vezes, a escola e o coordenador se questionam quanto à necessidade desse profissional e chegam à conclusão que esse educador pode promover significativas mudanças, pois trabalha com formação e informação dos docentes, em especial. O espaço escolar é dinâmico e a reflexão é fundamental para a superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.
O coordenador pedagógico é peça fundamental no espaço escolar, pois busca integrar os envolvidos no processo ensino-aprendizagem mantendo as relações interpessoais de maneira saudável, valorizando a formação do professor e a sua, desenvolvendo habilidades para lidar com as diferenças com o objetivo de ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.

Você que é Coordenador siga essas dicas:
1.    Ajude a elaborar e aplicar o projeto da escola;
2.    Dê  orientação em questões pedagógicas e, principalmente, atue na formação contínua dos professores da sua escola;
3.    Estude e use as teorias para fundamentar o fazer e o pensar dos docentes;
4.    Antecipe seus conhecimentos para o grupo, para isso é necessário ler muito, não só sobre conteúdos específicos, mas também livros de literatura, jornais e revistas. Um bom coordenador é também um apreciador das diferentes manifestações culturais;
5.    Duas vezes por mês, durante o horário escolar, reúna seu grupo para um atendimento coletivo. Além disso, marque encontros individuais a cada 15 dias. E uma vez por mês, participe de um grupo de estudos, para trocar experiências, planejar e tomar decisões;
6.    Faça atendimento aos pais e ajude a resolver problemas de disciplina dos estudantes, elaborando Projetos de Intervenção com toda a equipe de trabalho da sua Escola;
7.    Você só vai desempenhar bem seu ofício se for um líder e tiver apoio da direção em suas ações e reivindicações, como infra-estrutura de trabalho e tempo de estudo para todos os professores da escola.
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Siga essas Dicas Para Educar e Conviver Melhor Com Seus Filhos:


Educar e conviver, com fazer?

Pais que não sabem se estão educando certo seus filhos têm que lembrar de duas palavrinhas mágicas: carinho e limites. E aqui vão algumas dicas para melhorar a convivência com eles.

01. Os horários
Faça seu filho seguir os horários, ele precisa aprender que existe hora de brincar, assistir TV ou estudar.
- Estipule horários fixos para fazer lição de casa. Deixe-o chegar da escola, descansar e comer. Depois é hora da lição.
- Imponha que a lição seja feita antes da hora da brincadeira, assim você terá uma moeda de troca.
- Os horários de almoço, jantar e até aquele lanche da tarde devem ser seguidos.
- O horário de brincar e assistir TV também são importantes pra eles e devem ser respeitados, não os interrompa sem um bom motivo.
02. Chamar a atenção
Na hora de chamar a atenção, na hora de pedir algum favor ou repreender por alguma coisa, seja nos momentos tensos ou nos mais amenos, peça antes para ele olhar no teu olho! Não funciona ficar gritando ou falando alto. Faça um teste, antes de pedir algo, chame a atenção dele, diga filho vem aqui, eu quero que você faça tal coisa! Você vai ver que funciona muito bem!
03. A regra é clara
Seu filho precisa conhecer as regras para poder seguí-las. Antes de cobrar dele, faça com que ele entenda bem quais são as regras impostas.
A organização deve ser pregada sempre, desde roupas largadas pela casa até a forma de organizar seus livros e cadernos, mas também para isso funcionar deixe clara as regras! O que pode e o que não pode deve estar sempre descrito a vista ou relembrado.
04. Política de troca
Se você comprou uma casa foi porque fez por merecer. O mesmo conceito deve ser colocado ao seu filho desde muito cedo.
Ele deve conquistar as coisas que ele quer. Incentive, porém com muita cautela, a política de troca.
Sim, ele pode assistir TV, desde que termine a lição.
Sim, ele pode brincar lá fora, desde que o quarto esteja arrumado.
05. Castigo ou privação
Não importa como você chama, mas seu filho precisa conhecer o conceito de que Toda AÇÃO tem uma REAÇÃO!
Se ele aprontar, ele precisa perder algo, ser punido, ficar sem alguma regalia. Só não confunda castigo com tapas ou berros!
Uma boa idéia é ter moedas de troca! Se ele quiser assistir um filme tarde na TV ele terá de arrumar a sala ou seu quarto por exemplo. No dia a dia, antes de brincar ele deve fazer a lição e só depois ganhar a hora de brincar. Se ele quiser um brinquedo novo deverá fazer algo em troca, um texto, uma boa ação ou uma tarefa em casa.
06. Incentive o senso empresarial
Seu filho poderá ser um empresário, um bom profissional ou atleta vencedor se você começar desde cedo mostrar a ele que é buscando que se conquista. E não apenas pedindo!
Incentive-o a economizar sua mesada, conquistar pequenos valores com seu trabalho. Vender seus desenhos para a família não deixa interessante, que tal incentivá-lo a fazer poemas se ele gosta e vender a família!
07. Desafios
Sempre que puder imponha ou deixe que seus filhos enfrentem seus próprios desafios. É caindo que se aprende como se levantar.
Deixe que seu filho busque o brinquedo que quer num canto da sala, ao invés de levar a ele. Deixe que seu filho vista suas roupas quando já puder. Deixe que seu filho resolva uma pequena discussão no futebol. Leve-o para caminhadas em trilhas leves quando for maior, ensine-o a nadar, deixe-o levantar-se sozinho daquele tombo de bicicleta. Nem preciso dissertar muito sobre os benefícios desse item, com certeza o futuro mostrará a diferença de uma criança bem preparada para os desafios do mundo e outra exageradamente amparada pelos pais.
08. Elogios
Não dá pra mensurar o valor de um elogio bem aplicado. Auto confiança, prazer em ser útil, alegria são apenas alguns dos benefícios.
Dê chamadas, broncas e repreensões sim, mas NUNCA esqueça de recompensar os bons atos com elogios muito bem dados!
09. Responsabilidade
Faça seu filho tornar-se responsável por uma tarefa. Dê a ele a tarefa de regar uma planta uma vez por dia, de colocar água para o cachorro, de ver se as toalhas do banheiro precisam ser trocadas.
Comece por apenas uma tarefa e mantenha por um bom tempo. Cobre e recompense verbalmente pela tarefa. A idéia é aos poucos fazer a criança se sentir responsável e IMPORTANTE!
10. Seu papel
Pense e entenda a grande importância do seu papel na formação de seu filho! Tudo que ele será um dia depende da maneira como você conduzir seus passos. A alegria de viver dele depende de você, a felicidade, a inteligência, sabedoria, as lições que trazer vindas de você são fundamentais para a formação de seu caráter e até de sua vida social.
Sabendo dessa importância, não fique parado! Busque se informar, encontre métodos, aprimore o tratamento, aprenda novas maneiras de lhe dar com seus filhos! Faça sua parte para que seu filho se torne uma pessoa bem sucedida e feliz!
11. Conheça seu filho!
Ninguém impõe regras, ninguém ganha respeito ou admiração sem ter um contato próximo.
Se você quer que seu filho te ouça, aproxime-se dele. Para isso talvez seja preciso você se modernizar.
Se você tem um bebê de 1 ano você está a par das melhores papinhas, das mais belas canções de ninar, certo? Então se você tem um pré-adolescente de 10 anos porque está por fora do que ele gosta?
Saiba se atualizar. Não tenha medo do novo. Não abomine seus gostos musicais. Entenda suas curiosidades e sonhos, por mais bobos que possam lhe parecer, é o mundo dele!
12. Estude e entenda os conceitos da DISCIPLINA.
Faça com que seu filho se acostume com essa palavra e coloque em prática em tudo que puder.
Busque informar-se das últimas técnicas, dos estudos pedagógicos e do que tem sido usada na escola, para disciplinar uma criança. As informações estão a todo lado, em programas educativos de TV, em revistas especializadas, em sites ou matérias de várias fontes. Não fique parado, procure se informar!
Você pode estar usando conceitos dos seus avós para criar seus filhos nos dias de hoje! Não é que isso seja ruim, é como estar andando de fusca 65 em pleno século 21 e achar que isso basta!
A dica geral é que não há problemas educacionais que não possam ser resolvidos com mais educação. Todas as informações estão por ai descritas em programas de tv, livros e sites. Basta que queiramos buscar aprender. É importante entender que se algo não está

COISAS  QUE  APRENDI COM VOCÊ  
Essa é uma mensagem que todos os pais deveriam ouvir,  porque seus filhos estão olhando você e memorizando o que você faz, não o que você diz.
"Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira, e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você. 
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua, e eu aprendi que é legal tratar bem os animais.  
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida.  
Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em Quem eu posso sempre confiar.
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente, e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros.

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem.
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro. 
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos. 
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com todas as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse.
Quando você pensava que eu não estava olhando eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar. 
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi que você estava preocupada e eu quis fazer o melhor de mim para ser o que quisesse.
Quando você pensava que eu não estava olhando foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse. 
Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria te dizer: Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando!"  
(Desconheço o autor)