0

Atividades ortográficas

0

Bingo matemático é ótimo para desenvolver raciocínio da criança

Bingo matemático, uma forma criativa de ensinar matemática.





















Bingo é um jogo muito conhecido praticamente por todas as crianças e muito divertido. Aproveitando essa diversão, podemos torná-la educativa, transformando o bingo tradicional em um bingo matemático, veja como:
Material:
• Como no bingo tradicional é preciso de cartelas. As cartelas no bingo matemático são as operações de multiplicação, podendo ser substituídas por qualquer outra operação ou perguntas relacionadas a algum conteúdo matemático como situação problema.
É preciso ter fichas que contem a resposta de cada multiplicação feita nas cartelas.
Número de participantes: 2 ou 3, sendo que tem que ter uma pessoa pra sortear as fichas (respostas).

Regras do jogo:
As regras são parecidas com a do Bingo tradicional.

• Construa a tabela e as fichas.
• Cada participante escolhe uma tabela. Em seguida as fichas a pessoa que tiver responsável em retirar as fichas vão retirando uma a uma. A cada ficha, os jogadores devem procurar em sua tabela a multiplicação ou pergunta correspondente ao resultado sorteado e colocar um feijão sobre ela ou algo que possa estar marcando. Por exemplo: se a ficha sorteada for 24 a multiplicação que corresponder a esse resultado é 3x8 ou 4x6.
• Quem conseguir preencher toda a cartela primeiro grita “BINGO”, ganhando o jogo.
A estrutura do jogo Bingo pode ser aplicada com qualquer conteúdo. E uma maneira simples, prática, mas divertida de ter um instrumento de ajuda na aplicação de alguns conteúdos. Os pais podem estar utilizando esse tipo de brincadeira para estudar tabuada com o seu filho é um método menos desgastante para criança.
Por Danielle de Miranda
Graduada em Matemática
Equipe Brasil Escola

FONTE:http://escolaematematica.blogspot.com/2009/03/bingo-matematico.html

Matemática = Bicho Papão?

A Matemática não será 'Bicho Papão' se forem seguidos alguns princípios básicos no início da vida escolar das crianças, como por exemplo:

- Pais e Professores podem fornecer experiências variadas e lúcidas na aprendizagem da Matemática, desde cedo.
- Pais e Professores entenderem que a habilidade para solucionar problemas matemáticos depende do estágio de desenvolvimento da criança.
- Professores desenvolverem a Matemática de forma que seja entendida como uma oportunidade de aprender a raciocinar, descobrir, solucionar problemas, tudo enfim que envolve a aprendizagem.
- Pais e Professores relacionarem a matemática com o dia-a-dia das crianças.

Todos sabemos que a Matemática faz parte da nossa vida diária. Porém na Escola, frequentemente observamos a Matemática sendo tratada como um 'capítulo à parte' da vida das crianças e, portanto, sem o menor significado.

De acordo com a nossa experiência, quando as crianças têm a oportunidade de manipular objetos, testando e criando conceitos, e quando sua aprendizagem está relacionada a situações familiares, a Matemática transforma-se em algo muito importante, além de significar uma atividade prazeirosa.


Jogos e Simulações

Os Jogos Matemáticos são apreciados desde a antiguidade. Nossas crianças também têm se divertido e aprendido muito com os mais diversos jogos disponíveis no mercado. Os jogos permitem que as crianças aprendam conceitos, e desenvolvam fundamentos essenciais na aprendizagem da Matemática, como: Classificação, Seriação, Comparação, Correspondência um a um, Contagem, Reconhecimento de Números, Tamanhos, Formas, etc. Obviamente, para a aplicação dos Jogos Matemáticos, deve-se observar o estágio de desenvolvimento do raciocínio lógico tão conhecido dos educadores.

A simulação da realidade é outra atividade fundamental, especialmente no processo de aprendizagem da Matemática. Compra e venda no comércio, controle da conta bancária - simulando inclusive os extratos bancários, com juros e números negativos, Pizzas Fracionadas, Cálculos de crediário, Inflação, além da manipulação dos mais variados materiais concretos que comprovem a necessidade e veracidade das Regras Matemáticas.

Dessa forma, as Regras são memorizadas por significarem um auxílio ao estudante, que está sendo incentivado a pensar de maneira lógica, descobrindo e de fato entendendo o que está fazendo, dando seu sentido ao seu aprendizado, mesmo que qualquer um desses recursos pedagógicos seja utilizado através de programas de computador.

Evidentemente, os educadores modernos e criativos encontrarão estas e outras formas de desenvolverem o ensino da Matemática, o que nos dá a esperança de acabar de vez com o chavão de que a Matemática é um 'Bicho Papão', proporcionando às novas gerações uma educação que faça jus à inteligência, à capacidade e direitos de nossas crianças!


Giselle Castro Fernandes
Psicopedagoga e professora de Prática de Ensino
Matemática = Bicho Papão?

A Matemática não será 'Bicho Papão' se forem seguidos alguns princípios básicos no início da vida escolar das crianças, como por exemplo:

- Pais e Professores podem fornecer experiências variadas e lúcidas na aprendizagem da Matemática, desde cedo.
- Pais e Professores entenderem que a habilidade para solucionar problemas matemáticos depende do estágio de desenvolvimento da criança.
- Professores desenvolverem a Matemática de forma que seja entendida como uma oportunidade de aprender a raciocinar, descobrir, solucionar problemas, tudo enfim que envolve a aprendizagem.
- Pais e Professores relacionarem a matemática com o dia-a-dia das crianças.

Todos sabemos que a Matemática faz parte da nossa vida diária. Porém na Escola, frequentemente observamos a Matemática sendo tratada como um 'capítulo à parte' da vida das crianças e, portanto, sem o menor significado.

De acordo com a nossa experiência, quando as crianças têm a oportunidade de manipular objetos, testando e criando conceitos, e quando sua aprendizagem está relacionada a situações familiares, a Matemática transforma-se em algo muito importante, além de significar uma atividade prazeirosa.


Jogos e Simulações

Os Jogos Matemáticos são apreciados desde a antiguidade. Nossas crianças também têm se divertido e aprendido muito com os mais diversos jogos disponíveis no mercado. Os jogos permitem que as crianças aprendam conceitos, e desenvolvam fundamentos essenciais na aprendizagem da Matemática, como: Classificação, Seriação, Comparação, Correspondência um a um, Contagem, Reconhecimento de Números, Tamanhos, Formas, etc. Obviamente, para a aplicação dos Jogos Matemáticos, deve-se observar o estágio de desenvolvimento do raciocínio lógico tão conhecido dos educadores.

A simulação da realidade é outra atividade fundamental, especialmente no processo de aprendizagem da Matemática. Compra e venda no comércio, controle da conta bancária - simulando inclusive os extratos bancários, com juros e números negativos, Pizzas Fracionadas, Cálculos de crediário, Inflação, além da manipulação dos mais variados materiais concretos que comprovem a necessidade e veracidade das Regras Matemáticas.

Dessa forma, as Regras são memorizadas por significarem um auxílio ao estudante, que está sendo incentivado a pensar de maneira lógica, descobrindo e de fato entendendo o que está fazendo, dando seu sentido ao seu aprendizado, mesmo que qualquer um desses recursos pedagógicos seja utilizado através de programas de computador.

Evidentemente, os educadores modernos e criativos encontrarão estas e outras formas de desenvolverem o ensino da Matemática, o que nos dá a esperança de acabar de vez com o chavão de que a Matemática é um 'Bicho Papão', proporcionando às novas gerações uma educação que faça jus à inteligência, à capacidade e direitos de nossas crianças!


Giselle Castro Fernandes
Psicopedagoga e professora de Prática de Ensino
Matemática = Bicho Papão?

A Matemática não será 'Bicho Papão' se forem seguidos alguns princípios básicos no início da vida escolar das crianças, como por exemplo:

- Pais e Professores podem fornecer experiências variadas e lúcidas na aprendizagem da Matemática, desde cedo.
- Pais e Professores entenderem que a habilidade para solucionar problemas matemáticos depende do estágio de desenvolvimento da criança.
- Professores desenvolverem a Matemática de forma que seja entendida como uma oportunidade de aprender a raciocinar, descobrir, solucionar problemas, tudo enfim que envolve a aprendizagem.
- Pais e Professores relacionarem a matemática com o dia-a-dia das crianças.

Todos sabemos que a Matemática faz parte da nossa vida diária. Porém na Escola, frequentemente observamos a Matemática sendo tratada como um 'capítulo à parte' da vida das crianças e, portanto, sem o menor significado.

De acordo com a nossa experiência, quando as crianças têm a oportunidade de manipular objetos, testando e criando conceitos, e quando sua aprendizagem está relacionada a situações familiares, a Matemática transforma-se em algo muito importante, além de significar uma atividade prazeirosa.


Jogos e Simulações

Os Jogos Matemáticos são apreciados desde a antiguidade. Nossas crianças também têm se divertido e aprendido muito com os mais diversos jogos disponíveis no mercado. Os jogos permitem que as crianças aprendam conceitos, e desenvolvam fundamentos essenciais na aprendizagem da Matemática, como: Classificação, Seriação, Comparação, Correspondência um a um, Contagem, Reconhecimento de Números, Tamanhos, Formas, etc. Obviamente, para a aplicação dos Jogos Matemáticos, deve-se observar o estágio de desenvolvimento do raciocínio lógico tão conhecido dos educadores.

A simulação da realidade é outra atividade fundamental, especialmente no processo de aprendizagem da Matemática. Compra e venda no comércio, controle da conta bancária - simulando inclusive os extratos bancários, com juros e números negativos, Pizzas Fracionadas, Cálculos de crediário, Inflação, além da manipulação dos mais variados materiais concretos que comprovem a necessidade e veracidade das Regras Matemáticas.

Dessa forma, as Regras são memorizadas por significarem um auxílio ao estudante, que está sendo incentivado a pensar de maneira lógica, descobrindo e de fato entendendo o que está fazendo, dando seu sentido ao seu aprendizado, mesmo que qualquer um desses recursos pedagógicos seja utilizado através de programas de computador.

Evidentemente, os educadores modernos e criativos encontrarão estas e outras formas de desenvolverem o ensino da Matemática, o que nos dá a esperança de acabar de vez com o chavão de que a Matemática é um 'Bicho Papão', proporcionando às novas gerações uma educação que faça jus à inteligência, à capacidade e direitos de nossas crianças!


Giselle Castro Fernandes
Psicopedagoga e professora de Prática de Ensino
Pais influenciam o gosto pela leitura


Criar o prazer pela leitura não é tarefa difícil, mas exige certo comprometimento e paciência dos pais, afinal, é na escrita que estão temas sobre o pensar, o agir e a cultura da sociedade em que vivemos.
De acordo com os especialistas, se o pai e a mãe não têm o costume de ler, dificilmente as crianças terão o gosto pela leitura. A família sempre atua como um exemplo para os pequenos, que tendem a imitar as atitudes dos adultos.
O acesso a materiais escritos, como livros, revistas, jornais e gibis, deve ser facilitado para que as crianças tenham pelo menos curiosidade de conhecer o que está disponível e para se familiarizar com as letras – elas não precisam saber ler e escrever para entrar em contato com esses materiais. Ler em voz alta para o filho é essencial para aproximá-lo do gosto pela leitura. Aos poucos, a criança vai entrando em contato com o jogo de palavras, próprio da literatura.
É possível oferecer aos bebês livros de pano ou de plástico e borracha (para o banho), a fim de que eles comecem a ter contato com os livros desde cedo. Nas horas de lazer, se os pais quiserem agregar uma saída de casa com a leitura, podem fazer uma visita a livrarias, bibliotecas e feiras de livros, deixando as crianças conhecerem os diferentes formatos, tamanhos e cores dos livros existentes.         
Na escola, a leitura deve começar desde a educação infantil. É essencial que os pais confiram se a instituição tem um projeto de leitura e se há livros disponíveis para uso em sala de aula ou em casa. Pais que acompanham o andamento da leitura na aula dos filhos conseguem perceber melhor os avanços.
Na hora de comprar presentes para os pequenos, é importante não esquecer dos livros infantis. O hábito de ler antes de dormir ou em momentos de folga aproxima pais e filhos. Além disso, desperta o prazer pela leitura e desenvolve a imaginação das crianças.


Fonte: http://www.soportugues.com.br/secoes/portuguesinho/portuguesinho_ler.php
0

DICAS PARA ESTIMULAR O GOSTO PELA LEITURA NAS CRIANÇAS

São dicas simples que podem ajudar a formar um leitor desde a mais tenra idade. A leitura deve ser sentida como algo prazeroso, sem nenhum caráter de obrigação.

- Reserve algumas horas por dia para a leitura em família. Faça com que a criança aprecie esse momento, em vez de encará-lo como uma obrigação ou como uma “aula”.
- Freqüente livrarias e bibliotecas com a criança e leve-a para eventos de contadores de histórias ou conte-as você mesmo. Faça disso um programa de lazer.
- Converse com as crianças sobre livros e peça-lhes que comentem a história que acabaram de ler. Isso estimula a formação do pensamento crítico e o desenvolvimento da linguagem.
- Em aniversários de crianças, dê livros de presente.
- Estabeleça horários fixos para computador, videogame e TV. Tente dosar essas atividades com a leitura.
- Gibis e jornais também são essenciais para desenvolver o gosto pela leitura.
- Jogos com palavras e frases também podem estimular o hábito pela leitura.
- Sempre leia em voz alta. Isso faz com que a criança perceba a relação entre a palavra escrita e a falada. Abuse do recurso da entonação para deixar a narrativa mais atraente.
- Repetir a leitura muitas vezes é normal, pois a criança está memorizando e fazendo cada vez mais ligações entre o que ouve o que vê no livro (desenhos, expressões e palavras).
- Ao mostrar um livro a uma criança pequena, pare cada vez que virar a página, e espera a sua reação.
- Ofereça a seu filho material variado de leitura (para se divertir, para aprender, para passar o tempo...): ler não é coisa que se só se faça em livros.
- Ensine a importância de cuidar e conservar os livros, mas não exija que eles fiquem sempre impecáveis, pois isso é sinal de que não foram lidos mostre que um mesmo exemplar pode servir para várias pessoas e incentive a troca de publicações entre as crianças.
- Incentive atividades que exigem leitura, como cozinhar (ler receitas), fazer brinquedos (ler instruções), descobrir coisas curiosas em livros...
- Estabeleça uma noite por semana para leitura (em lugar da TV).
- Deixe bilhetes para seu filho, e peça respostas por escrito.
- Estimule o seu filho a utilizar a biblioteca de sua escola ou, na falta dela, a biblioteca pública de seu bairro. Além dos livros, ele pode encontrar outros amiguinhos que gostem de ler e participar das atividades que as bibliotecas realizam.

Fontes:
- “Passaporte para Leitura”, publicação do Instituto Ecofuturo
- Incentivo à Leitura – Plenarinho (http://www.plenarinho.gov.br/sala_leitura/nossa-biblioteca/incentivo-a-leitura
- Ler é um barato (http://www.colegiosantamaria.com.br/santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=13

Leia mais: Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo