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Volta às aulas




Volta às aulas: como organizar a recepção dos alunos

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/volta-as-aulas/

Para integrar os alunos novos e receber bem os antigos, é preciso planejamento e cuidado.

O ano letivo começa e muita coisa muda na escola. Alunos novos chegam e os que já estudavam na unidade no ano anterior são reorganizados em outras turmas, com colegas e professores diferentes. Planejar a volta às aulas é fundamental. É preciso integrar os novatos, acolher quem retorna e garantir o melhor ambiente para que todos convivam. "É importante que os estudantes notem que houve preparo para o momento de recebê-los", defende Jussara Tortella, professora do programa de pós-graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). 


O fundamental nos primeiros dias é criar um ambiente de acolhida, em que cada um se sinta pertencente ao espaço escolar. Esse ambiente aparece em decisões planejadas - como a exposição de mensagens de boas-vindas nas paredes, a apresentação da escola aos novatos, as dinâmicas que o docente faz em classe para conhecer a turma etc. 

"A volta às aulas deve ser preparada de acordo com o segmento em que estão os alunos", explica Célia Cassiano, diretora da EMEF Jardim Monte Belo, em São Paulo. Todo ano, ela define atividades diferenciadas para receber as crianças que chegam para cursar o Ensino Fundamental no período diurno e os mais velhos, que vão estudar à noite na Educação de Jovens e Adultos (EJA). O mesmo ocorre com escolas de Educação Infantil. Os cuidados próprios à faixa etária não podem ser esquecidos. Com os pequenos, a adaptação deve ser bem planejada para que a escola não seja vista como um ambiente hostil.

Confira nesta página e nas próximas dicas para organizar a chegada dos alunos e preparar as atividades que serão realizadas com as diferentes turmas.

Boas-vindas planejadas. Ilustração: Francisco Martins
Recepção das famílias
No horário de entrada, é importante que o diretor e o coordenador estejam no pátio para tirar dúvidas dos pais e ajudar os alunos, principalmente os novatos. atitudes como essa demonstram que os gestores estão abertos a questionamentos e interessados em acolher todos os estudantes desde o início do ano letivo.
Boas-vindas planejadas. Ilustração: Francisco Martins
Apresentação da escola
Para que os novatos conheçam o lugar em que vão estudar, é importante organizar uma equipe para recepcioná-los, mostrar as dependências da instituição e apresentar os funcionários. Uma sugestão é propor que os estudantes mais antigos fiquem responsáveis por essa visita guiada. assim, os novos já começam a conhecer a turma.
Boas-vindas planejadas. Ilustração: Francisco Martins
Integração dos alunos
Estimule os novos estudantes a participar de grupos mistos, formados por alunos de diferentes anos. Essas equipes podem ser organizadas pelos próprios estudantes, de acordo com as áreas de interesse deles. Grupos de jardinagem, teatro e esportes são algumas opções.
Boas-vindas planejadas. Ilustração: Francisco Martins
Cuidado com os novatos
Quando ainda não conhecem os colegas, crianças e jovens que acabaram de chegar tendem a ficar mais retraídos. para evitar esse isolamento, é importante que a escola planeje atividades para momentos como o intervalo. nos primeiros dias, é bom também pedir que os educadores prestem atenção extra nos novatos para que não fiquem sozinhos.
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Indisciplina na sala de aula



Indisciplina na sala de aula? De que quem é a culpa?

       O grande problema hoje é a tal da indisciplina. Este desafio permite que sejam elaboradas estratégias de ensino que despertem a atenção do aluno a comportamentos “aceitáveis” para se viver em sociedade, como: redefinição do currículo escolar, práticas de ensino que colocam o aluno como sujeito de sua própria educação, metodologias criativas e coerentes ao meio sócio-cultural do aluno dentre os outros.
       Segundo, Celso Antunes em uma de suas citações, mais fácil seria perceber que a indisciplina constitui fenômeno que todo professor facilmente percebe, ainda que mal o defina, como todas as vezes que os alunos desrespeitam às normas da instituição escolar, mesmo que essas regras sejam impostas e veiculadas de forma arbitrária. Ressalta ainda, a importância de ir muito além da definição para constatar-se que a indisciplina constitui uma ação pedagógica extremamente sensível e bastante trabalhosa, envolvendo intensa reflexão da equipe docente e da família, na busca de  sua contenção.
       É notável o aumento da indisciplina nas escolas em geral e, junto a isso, a defasagem do ensino-aprendizagem. Assim, os recursos que usamos em sala de aula são incapazes de atender as expectativas desta nova geração que tem contato com: TV 3D; Smartphone; Consoles de games (?); Aparelhos MP4 com 2GB de memória; Karaokê; Videokê; Home Theate; Internet; entre outros.
       O mundo é outro, o aluno é outro e a escola é a mesma, com seu quadro de giz, apagador, carteiras enfileiradas e pouquíssimos recursos tecnológicos. Não é evidentemente, culpa dos professores. Também são vítimas da dificuldade do poder  público para equipar adequadamente a rede escolar e para promover treinamento profissional compatível com os nossos modelos de ensino, já praticados nas instituições privadas.
       Conforme Amado ( 1998 ), pode-se enfatizar algumas premissas que levam os educandos a agir disciplinarmente  ou rebeldes: A primeira premissa considera o professor como responsável direto para tal comportamento, com base em duas vertentes: a estrutura inadequada das tarefas e a gestão inadequada das relações e do poder nas aulas; a segunda enfatiza a falta de limites dos pais com seus filhos.
       Pela pesquisa elaborada na internet e nos livros, outro dado curioso é que a maioria dos alunos indisciplinados tem o casal de pais como responsáveis, o que fragiliza a teoria de que os alunos  indisciplinados são aqueles que convivem com a ausência de pais.
       No entanto, o professor tem que cumprir um papel de suma importância no  desenvolvimento psicossociocultural da criança o que convém  dizer que possui única responsabilidade no que se refere a educação, isto é, os pais ou responsáveis devem se fazer presente em todo  a formação do educando, sendo espelhos primordiais para a construção da personalidade.
Elaborado por Edna Ribeiro 

Referências e sugestões para os professores leitores interessados no tema: Indisciplina
AMADO, João. A indisciplina e a formação do professor competente. 1998. Disponível em: . Acesso em: 30 ago 2012.
AQUINO, Julio Gropa. Indisciplina na escola: alternativas teóricas. 9ª ed. São Paulo: Summus, 1996; Piaget, J. Estudos Sociológicos. Rio de Janeiro: ed. Forense, 1973.
 BARBOSA, Fernanda Aparecida Loiola. Indisciplina Escolar: diferentes olhares teóricos. 2009. Disponível em: . Acesso em: 30 ago 2012.
MENEZES, Marilene Martins da Costa de. A indisciplina dos alunos em sala de aula, nas séries iniciais do ensino fundamental. Viçosa (MG): EVATA, 2003, 43p. (Monografia Pós-Graduação lato sensu em Psicopedagogia). 
SANTOS, Maria de Lourdes. Indisciplina no contesto escolar. Governador Valadares (MG): FACE/UNIVALE, 2004, 30 p. (Monografia Pós-Graduação lato sensu em Normal Superior) 
SILVA, Geralda Margarida Ribeiro Silva. (In) Disciplina: percepções da indisciplina e o lidar com ela no cotidiano escolar. Governador Valadares (MG): FACE/UNIVALE, 2004, 32 p. (Monografia Graduação em Normal Superior). 

Revista Nova Escola. E aproveite também o novo fórum do Café História:“Quais as melhores práticas pedagógicas para solucionar a indisciplina escolar?”
Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO
Fonte: Zero Hora, 13/2/2009

Veja algumas cenas que aconteceram ou que ainda acontecem nas escolas das favelas, periferias,bairros distantes ou perto do centro em nosso Brasil. Por isso o professor atualmente tem: depressão e vários tipos de doenças tão precocemente.












( Não tenho quadrinhos de 2013)
Fonte: http://www.google.com.br
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Texto: APRENDER TEM QUE SER GOSTOSO...





Aprovação e aceitação social

       É até instintivo na pessoa o desejo de brilhar, de se sobressair no grupo social.
Gostamos que as outras pessoas reconheçam nosso trabalho, nossos talentos.

       Especialistas em marketing revelam que a grande frustação dos funcionários não está centrada nos baixos salários, mas sim na falta de reconhecimento por parte das chefias.
       No caso do aluno, o professor é o grande responsável pelo reconhecimento  social que ele espera; talvez o professor seja a única pessoa que reconhecerá o trabalho da criança, do jovem.
       Por meio deste reconhecimento, o professor também apresenta e reforça padrões sociais ao seu grupo de alunos.
       Esta aceitação social fecha o círculo na formação da autoestima do ser humano.
       No caso dos adolescentes, é muito comum eles aderirem a certas modas, hábitos e atitudes como forma de  serem aceitos pela “turma”.
       Na realidade, o ser humano não suporta a rejeição do grupo em que vive. Com os adolescentes, quando ocorre, com frequência, a falta de aprovação e aceitação do grupo, é muito comum o jovem “dar o troco”, externando seu ressentimento por meio da delinquência ou  outros comportamentos agressivos.
       Em sala de aula, sempre que um trabalho for sugerido, o professor deve dar o retorno para  que o aluno saiba que foi avaliado; é terrível para ele o professor não passar nem os olhos na tarefa ou trabalho executado. O aluno codifica esta atitude como um descaso do professor.
       Publicar os trabalhos ou coloca-los em edital é uma forma de mostrar o reconhecimento que os alunos esperam.
       A  aprovação e aceitação social causam um imenso prazer ao ser humano.
      Pais e professores que pretendem atingir objetivos educacionais têm que entender que isto só será possível por meio do prazer, da satisfação pessoal.
       E ser aceito socialmente nos dá um profundo prazer ...


Bibliografia:
Rossini, Maria Augusta Sanches
               Aprender tem que ser gostoso... - /Maria Augusta Sanches Rossini. Petrópolis, Rj: Vozes, 2003.


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Texto: UM NOVO EDUCADOR





Como ser um educador de sucesso, no abismo em que nos encontramos?

       O educador de sucesso não é aquele que, em consequência do insucesso em outra atividade e dispondo de boa aparência , dedica-se a essa função como alternativa passageira.
       O educador é um especialista com atividade técnica .
       O educador de sucesso apresenta as seguintes características:
Ø  Apresenta  permanente disposição para ações  inovadoras nas diversas etapas do trabalho, observando os procedimentos, investigando novos caminhos, descobrindo problemas e possíveis falhas existentes no processo de aprendizagem.
Ø    Ouve opiniões  dos colegas e superiores, respeita o estilo de cada um sem impor ideias, mas buscando argumentos, persuadindo.
Ø   É digital, utiliza a internet, tem um mentor, tem uma segunda atividade, está antenado, aprende idiomas, domina a própria  língua, assume responsabilidade, investe em lazer e saúde, quebra regras, é humilde, ousado, decide com, é discreto.
Ø Pensa, planeja, sugere, desenvolve, busca novos projetos e novas técnicas motivacionais, melhora sua aula a cada dia.
Ø É intuitivo, autoconfiante, persistente, ultrapassa obstáculos, tem iniciativa, gosta do que faz, permite  que os outros expressem seus talentos, apoiando-os.
Ø    É extremamente organizado o que lhe poupa esforços no dia-a-dia.
Ø    Estabelece metas e objetivos.
Ø    Não tem medo de errar pois acredita que o erro faz parte do processo, mas busca incansavelmente o sucesso.
Ø Investe em si mesmo e partilha seu conhecimento com os seus colegas de trabalho.
Ø  É sincero, verdadeiro, paciente, pois lida com os mais diferentes tipos de pessoas.
Ø    É moderado em sua colocações e nunca perde o controle.
Ø  É agradável, cortês, simpático, atencioso e cultiva um relacionamento amistoso com seus colaboradores, coordenadores, diretores, pais, etc.


Bibliografia:
Queiroz, Tânia Dias
               Como obter sucesso em sala de aula? / Tânia Dias Queiroz, Márcia Maria Villanacci Braga; coordenação pedagógica Tânia Dias Queiroz. – 1. ed. – São Paulo: Rideel,2002. – ( Série pedagogia da esperança .


Recadoseglitters.com
                                          Originado de: Recados e Glitters - Scraps para orkut

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Incentivo à leitura para fazer uma ótima redação






Esta iniciativa renderá  muito frutos, 
por isso sou a favor desta Campanha! 
Livro- Um Novo Mundo é Possível
Superar essa cultura de violência e educar-nos para formas de convivência mais amorosas e justas é o que propõe Marcelo Rezende Guimarães em cinco temas centrais: educar para a paz; praticar a tolerância; promover o diálogo inter-religioso; ser solidário; promover os direitos humanos.


Dedico a todos os visitantes a levar para o seu blog 
como incentivo a leitura 2013.
http://www.editorasinodal.com.br/



Saiba como fazer a redacao da escola e tirar uma boa nota





Fazer uma redação na escola não é tarefa nada fácil e pode dar bastante trabalho, mas não precisa desanimar antes de começar a escrever! A Atrê entrevistou profissionais que dão dicas especiais na hora de fazer a redação da escola. Fica ligada!
  
"Essa é uma atividade como girar bambolê ou nadar: quanto mais praticamos, melhores vamos ficando”, garante a professora Camile Tesche, que dá aulas na Escola Móbile, em São Paulo. A primeira 
dica da professora para fazer uma boa redação é escrever todos os dias um pouquinho, mesmo que o professor não tenha pedido. “Pode ser um blog, uma carta para uma amiga, um bilhete para a mãe, uma peça de teatro para ser apresentada para a família”, sugere Camile. Outra dica é ler sempre e muito, e sem preconceitos. “Há muitos livros, revistas, histórias em quadrinhos e jornais por aí e todos eles podem trazer novas ideias e palavras”, sugere Camile.
Vale também pensar que uma redação é como o corpo humano: tem cabeça, tronco e pernas, todos interligados. “Assim também deve ser uma redação. É preciso haver uma introdução, que deverá ser desenvolvida com uma sequência de fatos, personagens, tempo, espaço e, acima de tudo, um conflito. Sem ele, qualquer história ficará sem tempero, tornando-se um simples relato sem emoções”, destaca Maria Cleire Cordeiro, que coordena o Departamento de Língua Portuguesa do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo.
Outro ponto importante da redação é a conclusão. Não dá para deixar uma história sem fim, né? A dica da Maria Cleire é terminar a narrativa de uma forma surpreendente, trágica, cômica, inusitada. Isso porque temos de conquistar o leitor pela emoção, pelo inesperado.

 

Faça um rascunho da sua redação!

O primeiro passo é fazer um rascunho da sua redação. “Ele vai ajudá-la a organizar melhor o raciocínio e a perceber quais ideias devem ser exploradas e quais devem ser deixadas de lado”, garante a professora Camile, complementando que listar as ideias, fazer esquemas ou mesmodesenhos pode ser bastante útil.
Antes de começar o rascunho da redação, leia com bastante cuidado a proposta da redação e planeje como ela será desenvolvida. Se ela pediu, por exemplo, uma narrativa de mistério, pense sobre as características desse tipo de texto e sobre os elementos que devem ser apresentados: quem são os personagens? O que vai acontecer com eles? Qual será a situação misteriosa? Onde e quando os fatos acontecem? Quem vai contá-los?

Reportagem: Eliane Barros
Edição de web: Adriane Schultz


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Parceria - educadores multiplicadores e Marque com X




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                                              Edna Ribeiro
 
            


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1º Multiplicador: Edna Ribeiro
 - mês de janeiro de 2013