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Mensagem - Aprendendo com os próprios erros





" Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendi um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas idéias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência."
                                                         





"Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade."

"Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer."

"Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível."

Que o “Mestre dos Mestres” lhe ensine que nas falhas e lágrimas se esculpe a sabedoria.
Que o “Mestre da Sensibilidade” lhe ensine a contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção.
Que o “Mestre da Vida” lhe ensine a não ter medo de viver e a superar os momentos mais difíceis da sua história.
Que o “Mestre do Amor” lhe ensine que a vida é o maior espetáculo no teatro da existência.
Que o “Mestre Inesquecível” lhe ensine que os fracos julgam e desistem, enquanto os fortes compreendem e têm esperança.
Não somos perfeitos. Decepções, frustrações e perdas sempre acontecerão.
Mas Deus é o artesão do espírito e da alma humana. Não tenha medo.
Depois da mais longa noite surgirá o mais belo amanhecer.

                                                  Autor:  Augusto Cury


Você já leu esta obra : "Pais brilhantes, professores fascinantes", do autor Augusto Cury?
        Especificamente no  segundo capítulo, o autor fala sobre o professor fascinante que transforma a informação em conhecimento e o conhecimento em experiência. O autor faz um pedido aos professores fascinantes, que tenham paciência com seus alunos, estes não são  culpados pelas suas agressividades, sua alienação e agitação em sala de aula, eles são apenas vítimas, detrás dos piores alunos há um mundo a ser descoberto e explorado. Os "bons professores" possuem metodologia e os "professores fascinantes" possuem sensibilidade que contribuem para que seus alunos desenvolvam sua auto-estima, tranquilidade, capacidade de contemplação do belo, de perdoar, de fazer amigos e de socializar. O professor  também deve mostrar aos seus alunos sua trajetória de vida, transmitir suas experiências. As informações são arquivadas  na memória mas as experiências são cravadas no coração. Devemos levar os jovens a ter flexibilidade no trabalho e na vida, pois só não muda de ideia quem não é capaz de produzí-la.
       
Aprendi no terceiro capítulo os sete pecados capitais dos educadores, resumindo referem-se a : corrigir publicamente; expressar autoridade com agressividade; ser excessivamente crítico; punir quando estiver irado; colocar limites sem dar explicações; ser impaciente e desistir de educar; não cumprir com a palavra e destruir sonho.
       É,  a vida ensina que o educador deve ser o cumpridor da sua palavra. Como brilhar sem ter um fascínio? No quarto  capítulo diz respeito a memória, considerada a caixa de segredos da personalidade e esta possui cinco papéis: o registro da memória; a memória não pode ser deletada; a emoção não apenas determina se um registro será frágil ou privilegiado, mas... determina o grau de abertura dos arquivos num determinado momento ; a máxima educação mundial é "ensinar para lembrar e lembrar para aplicar".
     De acordo com o autor não existe lembrança pura do passado, mas reconstrução com micro ou macro diferenças.
  
Aprendi que ...
       Um erro inaceitável é aquele vindo através da punição vingativa do professor.
       “O verdadeiro mestre” considera o erro  um grande aliado da aprendizagem, não  só cognitivo, mas também moral e afetivo. Jamais deve esquecer que os alunos estão em formação. Encontram-se na justamente na fase do “erro”, ou seja, na aprendizagem. E a nossa função é justamente trabalhar esse erro. O erro do mestre é julgar  que os alunos estejam prontos. Mas, como se a educação está no  processo? Impossível!

       Aprendi com o tempo que ... persistir no erro é ... 
       Não deve haver conivência com o erro, tampouco falta de atenção. É preciso se concentrar na história do erro e em suas decorrências. Os  alunos estão descobrindo sua identidade, hormônios à flor da pele. Encontram-se na fase da rebeldia, do “tudo pode”. E a minha função como educadora e professora é justamente trabalhar esse erro de aprendizagem, sem punição e sem vingança não expondo o aluno ao ridículo, à deficiência ou ao fracasso escolar. É preciso ter esta visão psicopedagógica em relação ao erro escolar. A psicopedagogia prescreve uma postura construtivista do processo-ensino aprendizagem, destacando a importância de se construir uma prática educativa na qual se valorize o aluno vir a aprender e se incorpore a não aprendizagem como parte do processo.
       Aqui se coloca um dos sinais da autenticidade da vocação do mestre e eu digo: TENHO ORGULHO DE SER PROFESSORA. A sensibilidade e o amor à arte de lapidar a alma humana. Ao educador compromissado com o processo de formação da alma, que olham o erro e nele encontram o tempo oportuno de intervir para todos os tipos de aprendizagem.
      
       No quinto capítulo mostra a escola do sonho de um professor “ o projeto escola da vida”, tendo: Música ambiente em sala de aula; sentar em círculo ou em u; a arte da interrogação; a arte da pergunta; o educador como contador de histórias; a  humanização do conhecimento e do professor cruzando sua história; a importante tarefa de educar a autoestima e elogiar, ao invés de só criticar; saber gerenciar  os pensamentos e emoções; participação em projetos sociais e a aplicação das técnicas.

              Para finalizar, o autor diz quem são os profissionais mais importantes da sociedade e conclui que se todos sonharmos este sonho, um dia ele deixará de ser apenas um sonho. Faz homenagem aos professores, agradecendo a estes por serem os mestres da  vida. A obra foi escrita para pessoas que sabem que educar é realizar a mais bela arte de inteligência.
             Se Augusto Cury considera os pais brilhantes diante de seus filhos e professores isto é mais que natural.
             "Digno de admiração é aquele professor que  tendo tropeçado ao dar o primeiro passo, segundo Carlos Fox,  levanta e segue em frente." Este é o professor fascinante!
             Charles Du Bois conclui que, "o importante é estar pronto para, a qualquer momento, sacrificar o que somos pelo que podemos vir a ser." E Albert Einstein  deixa a sua mensagem através desta famosa frase para todos os educadores fascinantes do mundo:
  
                  " A mente que se abre a uma nova ideia jamais vlotará ao seu tamanho original."

                    Professores, deixem que os alunos aprendam com seus próprios erros!

       Fontes:


      Livro: "Pais brilhantes, professores fascinantes" - Augusto Cury

1 comentários:

Arte em Detalhes by Hérica disse... [Responder o Comentário]

Olá, amei seu blog, eu tb sou professora e além de te seguir vou favoritar, amei de paixão, bjsssss

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