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Texto: APRENDER TEM QUE SER GOSTOSO...





Aprovação e aceitação social

       É até instintivo na pessoa o desejo de brilhar, de se sobressair no grupo social.
Gostamos que as outras pessoas reconheçam nosso trabalho, nossos talentos.

       Especialistas em marketing revelam que a grande frustação dos funcionários não está centrada nos baixos salários, mas sim na falta de reconhecimento por parte das chefias.
       No caso do aluno, o professor é o grande responsável pelo reconhecimento  social que ele espera; talvez o professor seja a única pessoa que reconhecerá o trabalho da criança, do jovem.
       Por meio deste reconhecimento, o professor também apresenta e reforça padrões sociais ao seu grupo de alunos.
       Esta aceitação social fecha o círculo na formação da autoestima do ser humano.
       No caso dos adolescentes, é muito comum eles aderirem a certas modas, hábitos e atitudes como forma de  serem aceitos pela “turma”.
       Na realidade, o ser humano não suporta a rejeição do grupo em que vive. Com os adolescentes, quando ocorre, com frequência, a falta de aprovação e aceitação do grupo, é muito comum o jovem “dar o troco”, externando seu ressentimento por meio da delinquência ou  outros comportamentos agressivos.
       Em sala de aula, sempre que um trabalho for sugerido, o professor deve dar o retorno para  que o aluno saiba que foi avaliado; é terrível para ele o professor não passar nem os olhos na tarefa ou trabalho executado. O aluno codifica esta atitude como um descaso do professor.
       Publicar os trabalhos ou coloca-los em edital é uma forma de mostrar o reconhecimento que os alunos esperam.
       A  aprovação e aceitação social causam um imenso prazer ao ser humano.
      Pais e professores que pretendem atingir objetivos educacionais têm que entender que isto só será possível por meio do prazer, da satisfação pessoal.
       E ser aceito socialmente nos dá um profundo prazer ...


Bibliografia:
Rossini, Maria Augusta Sanches
               Aprender tem que ser gostoso... - /Maria Augusta Sanches Rossini. Petrópolis, Rj: Vozes, 2003.


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Texto: UM NOVO EDUCADOR





Como ser um educador de sucesso, no abismo em que nos encontramos?

       O educador de sucesso não é aquele que, em consequência do insucesso em outra atividade e dispondo de boa aparência , dedica-se a essa função como alternativa passageira.
       O educador é um especialista com atividade técnica .
       O educador de sucesso apresenta as seguintes características:
Ø  Apresenta  permanente disposição para ações  inovadoras nas diversas etapas do trabalho, observando os procedimentos, investigando novos caminhos, descobrindo problemas e possíveis falhas existentes no processo de aprendizagem.
Ø    Ouve opiniões  dos colegas e superiores, respeita o estilo de cada um sem impor ideias, mas buscando argumentos, persuadindo.
Ø   É digital, utiliza a internet, tem um mentor, tem uma segunda atividade, está antenado, aprende idiomas, domina a própria  língua, assume responsabilidade, investe em lazer e saúde, quebra regras, é humilde, ousado, decide com, é discreto.
Ø Pensa, planeja, sugere, desenvolve, busca novos projetos e novas técnicas motivacionais, melhora sua aula a cada dia.
Ø É intuitivo, autoconfiante, persistente, ultrapassa obstáculos, tem iniciativa, gosta do que faz, permite  que os outros expressem seus talentos, apoiando-os.
Ø    É extremamente organizado o que lhe poupa esforços no dia-a-dia.
Ø    Estabelece metas e objetivos.
Ø    Não tem medo de errar pois acredita que o erro faz parte do processo, mas busca incansavelmente o sucesso.
Ø Investe em si mesmo e partilha seu conhecimento com os seus colegas de trabalho.
Ø  É sincero, verdadeiro, paciente, pois lida com os mais diferentes tipos de pessoas.
Ø    É moderado em sua colocações e nunca perde o controle.
Ø  É agradável, cortês, simpático, atencioso e cultiva um relacionamento amistoso com seus colaboradores, coordenadores, diretores, pais, etc.


Bibliografia:
Queiroz, Tânia Dias
               Como obter sucesso em sala de aula? / Tânia Dias Queiroz, Márcia Maria Villanacci Braga; coordenação pedagógica Tânia Dias Queiroz. – 1. ed. – São Paulo: Rideel,2002. – ( Série pedagogia da esperança .


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